Viva Maria destaca atuação de Jocelita no enfrentamento aos crimes ambientais
Neste 6 de fevereiro, o programa Viva Maria se une às homenagens a todas as pessoas…
Neste 6 de fevereiro, o programa Viva Maria se une às homenagens a todas as pessoas…
O Instituto Nacional de Câncer (Inca) lançou a cartilha Saúde com Axé: mulheres negras e prevenção…
Um projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados propõe a criação do Programa Nacional…
Vem aí mais um episódio do Vamos Mulherando
Um novo encontro para trocar ideias, provocar reflexões e fortalecer vozes que constroem a política todos os dias.
Em breve, no ar. Fica de olho e vamos mulherando juntas. 💜
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Vai começar o desfile!
E o consentimento é quesito obrigatório. Sem ele, a avenida toda fica parada em forma de protesto.
Folia de verdade é aquela onde todas as pessoas podem estar seguras, livres e respeitadas. Dizer “sim” precisa ser claro. Dizer “não” precisa ser respeitado.
🎭 Folia com Respeito.
Nota 10 para quem cuida, respeita e protege.
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A mutilação genital feminina é uma violação grave dos direitos humanos que ainda afeta milhões de meninas e mulheres em todo o mundo. Segundo a ONU, mais de 230 milhões vivem hoje com as consequências dessa prática, presente em pelo menos 92 países. Apenas em 2025, 4,4 milhões de meninas e mulheres seguem sob risco.
Não se trata de tradição, nem de escolha. Trata-se de desigualdade de gênero extrema, violência sistemática e negação do direito ao corpo, à saúde e à vida.
O enfrentamento exige compromisso dos Estados, cooperação internacional, políticas de proteção e o fortalecimento dos direitos das meninas desde a infância. Silenciar ou relativizar essa violência também é permitir que ela continue.
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A mamografia é fundamental para o diagnóstico precoce do câncer de mama. Mas, para milhares de mulheres, esse direito ainda esbarra em filas, falta de acesso e desigualdades no sistema de saúde.
Garantir a realização do exame no tempo certo não pode ser exceção nem privilégio. É dever do Estado assegurar políticas públicas de saúde que funcionem, com acesso, informação e cuidado para todas as mulheres.
💜 Neste Dia Nacional da Mamografia, reafirmamos que defender o direito à saúde é defender a vida das mulheres.
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O combate ao câncer passa pela informação, pelo diagnóstico precoce e, principalmente, pelo acesso a um sistema de saúde que funcione para todas as pessoas.
Para as mulheres, falar de câncer também é falar de desigualdade no atendimento, de filas, de demora nos exames e de falta de informação. Por isso, prevenção não pode ser privilégio, e cuidado não pode depender de renda, território ou cor de pele.
Neste Dia Mundial de Combate ao Câncer, reafirmamos: defender o SUS, fortalecer políticas públicas de saúde e de garantir acesso ao tratamento é defender a vida das mulheres.
💜 Pela vida. Pelo cuidado. Pelo direito à saúde.
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As mulheres brasileiras dormem menos e dormem pior.
É o que mostra o Vigitel 2025, estudo do Ministério da Saúde que, pela primeira vez, analisou indicadores de sono no país.
Segundo a pesquisa, 21,3% das mulheres dormem menos de seis horas por noite e 36,2% relatam insônia, índices maiores do que os registrados entre homens em todas as capitais analisadas.
Dormir mal não é detalhe: afeta a saúde mental, agrava doenças crônicas e impacta diretamente a qualidade de vida.
Quando as mulheres carregam jornadas múltiplas, sobrecarga de cuidado e desigualdade estrutural, o descanso vira privilégio.
Cuidar da saúde das mulheres também passa pelo direito ao descanso.
📌 Fonte: Vigitel 2025 | Ministério da Saúde
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O Carnaval é uma das maiores expressões culturais do Brasil. É festa, é ocupação do espaço público, é democracia em movimento.
Para o PV Mulher, a folia só é completa quando existe respeito às mulheres, autonomia sobre o corpo e segurança para viver a festa.
Por isso, neste Carnaval, lançamento a campanha Folia com Respeito. Uma iniciativa que afirma: alegria não combina com violência, assédio ou desrespeito.
Ao longo da folia, vamos lembrar que o principal quesito da festa é o respeito. Sem ele,não tem nota 10.
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Preservar não é neutralidade.
É decisão política, cuidado com o presente e compromisso com o futuro.
🌱 31 de janeiro — Dia Nacional das RPPNs
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Hoje celebramos o aniversário de Lohanna França, deputada estadual por Minas Gerais, cuja atuação é marcada pela defesa dos direitos das mulheres, da democracia e da justiça social.
Feliz vida, Lohanna França! 💚
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É hoje!
Às 19h, o Vamos Mulherando estreia um novo episódio no nosso canal oficial do Youtube com o tema “Mulheres no Legislativo”.
Um diálogo da nossa secretária nacional Shirley Torres com as deputadas estaduais do PV Cláudia Lelis e Lohanna França.
Uma conversa sobre representação, desafios e a importância da presença das mulheres nos espaços de poder e decisão.
Ativa o lembre e vem acompanhar.
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É amanhã!
Às 19h, o Vamos Mulherando estreia um novo episódio no Youtube com o tema “Mulheres no Legislativo”.
Um diálogo sobre representação, desafios e a presença das mulheres nos espaços de poder e decisão.
Já ativou o lembrete para não perder essa conversa?
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Visibilidade trans é sobre reconhecimento, respeito e garantia de direitos. Em um país que, há 16 anos, lidera o ranking mundial de assassinatos de pessoas trans e travestis, falar de visibilidade é falar de cidadania e de compromisso com a vida.
Os dados mostram que essa violência atinge de forma desigual pessoas jovens, negras, pobres e, em sua maioria, nordestinas. Também revelam as falhas do Estado no reconhecimento, na proteção e na produção de dados sobre essas vidas.
Promover visibilidade trans é fortalecer a cidadania, exigir políticas públicas e reafirmar uma democracia que reconheça todas as identidades.
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Quando falamos em Amazônia, ainda é comum imaginar apenas a floresta. Mas a Amazônia também se estende ao oceano, abrigando um dos maiores sistemas de recifes do mundo, fundamental para a biodiversidade marinha e o equilíbrio climático.
Proteger os corais da Amazônia é proteger a vida, os oceanos e o futuro. É reconhecer que a defesa ambiental precisa considerar todos os territórios e todas as formas de vida.
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O trabalho escravo não é uma herança do passado. É uma realidade que persiste no Brasil, sustentada por desigualdades históricas, racismo estrutural e ausência de direitos.
Milhares de pessoas ainda são resgatadas todos os anos de condições análogas à escravidão, em atividades urbanas e rurais, atingindo de forma desproporcional mulheres, pessoas negras e populações vulnerabilizadas.
Combater o trabalho escravo exige fiscalização, políticas públicas, proteção às vítimas e compromisso com a dignidade humana. Onde há exploração, não há democracia.
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Antes mesmo de as mulheres conquistarem o direito ao voto no Brasil, Alzira Soriano já fazia história. Em 1929, ela foi eleita prefeita de Lajes, no Rio Grande do Norte, tornando-se a primeira mulher a ocupar um cargo no Executivo na América Latina.
Sua eleição aconteceu em um contexto de profundas desigualdades de gênero. Ainda assim, Alzira governou, enfrentou resistências e abriu caminhos que só seriam reconhecidos décadas depois, com a conquista do voto feminino em 1932.
A trajetória de Alzira Soriano revela uma verdade muitas vezes apagada: as mulheres sempre estiveram na política, mesmo quando a história oficial insistiu em
silenciá-las.
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O Vamos Mulherando segue ampliando o diálogo sobre a presença das mulheres na política.
Nossa secretária nacional Shirley Torres conversa com as deputadas estaduais Lohanna França (PV/MG) e Cláudia Lelis (PV/TO) sobre Mulheres no Legislativo. Debates que incluem desafios, conquistas e a importância da ocupação feminina nos espaços de decisão.
🗓 30 de janeiro
🕖 19h
📺 Canal do PV Mulher no YouTube
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A educação ambiental é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa, sustentável e democrática. É por meio dela que se fortalecem a consciência crítica, a responsabilidade coletiva e o compromisso com o futuro do planeta e das próximas gerações.
Falar de educação ambiental é falar de políticas públicas, justiça social e direito à vida. É reconhecer que cuidar do meio ambiente também é cuidar das pessoas.
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Ao afirmar que as mulheres demoraram demais para terem suas vozes ouvidas, Penelope Barker aponta para uma estrutura histórica que silencia experiências, dores e narrativas femininas, especialmente as das mulheres que sustentam a vida cotidiana sem reconhecimento.
Romper esse silêncio é um ato político. É transformar vivências em denúncia, em direito e em política pública.
Dar voz às mulheres é sinônimo de justiça!
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A Melhor Mãe do Mundo é um filme que coloca no centro da narrativa as mulheres que sustentam a vida, a família e a sociedade, mesmo diante da ausência de direitos, políticas públicas e reconhecimento.
Ao retratar maternidades atravessadas por desigualdades sociais, o filme escancara como o cuidado segue sendo tratado como responsabilidade individual das mulheres, e não como uma agenda coletiva e política.
Indicar essa obra é reafirmar que falar de maternidade, cuidado e desigualdade é falar de democracia, justiça social e direitos das mulheres.
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Está chegando mais um episódio do Vamos Mulherando, um espaço de diálogo, escuta e construção política a partir das experiências das mulheres.
Em breve, um novo encontro no nosso canal do Youtube. Fica de olho e vem com a gente.
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