Mulheres negras e indígenas levam debate sobre clima e poder ao MIT
Lideranças negras e indígenas ocuparam espaço de destaque em um dos principais centros acadêmicos do mundo…
Lideranças negras e indígenas ocuparam espaço de destaque em um dos principais centros acadêmicos do mundo…
Mesmo sendo uma doença amplamente evitável, o câncer de colo do útero continua fazendo milhares de…
O projeto que institui o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra Mulheres e…
O próximo episódio do Vamos Mulherando está chegando 💜
Um espaço de diálogo, troca e construção sobre temas que impactam diretamente a vida das mulheres.
Tem conversa importante vindo aí, e você vai querer acompanhar.
...
A liberdade das mulheres não se resume ao rompimento com padrões ou opressões.
Existe um outro passo, muitas vezes mais difícil: reconhecer, ocupar e afirmar esse novo lugar com autonomia, consciência e voz.
Reivindicar a própria existência, suas escolhas e seu espaço na sociedade também é um ato político.
Ser livre é também se reconhecer como sujeito dessa liberdade.
...
Você já se perguntou o que pode fazer pelo planeta em apenas uma hora? ⏳🌿
A Hora do Planeta não é apenas sobre apagar luzes; é sobre acender um alerta para a crise climática. O PV Mulher convida todas vocês a participarem deste movimento global. Das 20h30 às 21h30, desconecte-se dos aparelhos e reconecte-se com a natureza.
O compromisso com o meio ambiente é uma pauta feminina e urgente
...
Nem toda desigualdade é evidente.
Algumas acontecem dentro de casa, nas escolhas, nas expectativas e nos caminhos que são impostos às mulheres.
Em Pequenos Incêndios por Toda Parte, Celeste Ng constrói uma narrativa que atravessa maternidade, classe social e o peso das decisões que moldam a vida das mulheres.
A história revela como diferentes realidades femininas são impactadas por estruturas sociais que, muitas vezes, passam despercebidas.
Porque, no fim, falar sobre mulheres também é falar sobre oportunidades, escolhas e desigualdades.
E isso também é política. 💚
...
Em 2025, o câncer de colo de útero matou quase 20 mulheres por dia no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde.
São mais de 7 mil vidas perdidas em um único ano por uma doença que é considerada quase totalmente prevenível com vacina e diagnóstico precoce.
O problema não é falta de solução. É falta de acesso.
Desigualdades regionais, falhas no rastreamento e diagnóstico tardio ainda fazem com que milhares de mulheres cheguem ao tratamento em estágios avançados da doença.
Enquanto isso, mulheres em regiões mais vulneráveis seguem enfrentando barreiras para exames básicos e atendimento de qualidade.
Falar sobre esse tema é falar sobre saúde pública, prevenção e desigualdade.
Porque quando a prevenção não chega a todas, o resultado é o mesmo: vidas que poderiam ser salvas.
...
Quando o combate à misoginia é tratado como exagero, fica evidente o quanto ela ainda é naturalizada.
A aprovação da lei é um avanço.
O discurso contrário a ela só reforça o quanto ainda precisamos avançar.
Misoginia não é opinião. É violência.
...
Para milhões de mulheres, o medo não é exceção. É rotina.
Segundo pesquisa do Instituto Patrícia Galvão em parceria com o Instituto Locomotiva, 97% das mulheres brasileiras vivem com algum grau de medo de sofrer violência sexual.
Esse medo está no dia a dia: na volta pra casa, no transporte, nas escolhas do que vestir e por onde andar.
Não é exagero. É uma realidade.
E quando quase todas as mulheres vivem assim, o problema não é individual e sim estrutural.
Combater a violência contra as mulheres exige políticas públicas, proteção e compromisso.
📊 Dados: Instituto Patrícia Galvão + Instituto Locomotiva
...
Orgulho é existir na política porque existir, para muitas pessoas LGBTQIA+, sempre foi um ato de resistência.
O Dia Nacional do Orgulho Gay não é apenas uma celebração de identidade, é a afirmação de que direitos, dignidade e participação política não são concessões, são garantias constitucionais.
Democracia de verdade se constrói com pluralidade, representatividade e respeito. Quando pessoas LGBTQIA+ ocupam espaços de decisão, ampliam direitos, fortalecem políticas públicas e transformam estruturas historicamente excludentes. 💚
...
A Constituição não é um livro distante na prateleira. É o que sustenta cada direito que exercemos todos os dias.
É ela que garante o voto, a liberdade de expressão, a igualdade entre homens e mulheres e a proteção contra qualquer forma de discriminação. Nada disso é concessão. É garantia constitucional.
Democracia se escreve em lei, mas se defende na prática, todos os dias. 💚
...
O Dia Internacional para o Direito à Verdade reafirma que vítimas de graves violações de direitos humanos têm direito à memória, à informação, à responsabilização e à garantia de que os fatos não serão apagados ou repetidos.
Não se trata de revanchismo. Trata-se de democracia.
Reconhecer o que aconteceu, preservar a memória e garantir justiça são condições para que violações não voltem a acontecer.
Direitos humanos não prescrevem. A história não pode ser silenciada. ✊🏽
...
💧 A falta de água não afeta todas as pessoas da mesma forma.
Em muitas realidades, são as mulheres que carregam o peso da escassez: no cuidado com a casa, com a família e com a própria sobrevivência.
Defender o acesso à água é defender a vida de todas e todos!
...
Os dados mais recentes mostram que as religiões de matrizes africanas no Brasil têm hoje uma presença diversa entre seus praticantes.
Mas a violência se apresenta diferente aos seus praticantes.
A intolerância religiosa segue atingindo, de forma desproporcional, mulheres e comunidades negras, especialmente em territórios periféricos.
Terreiros continuam sendo alvo de ataques, lideranças são deslegitimadas e práticas religiosas ainda são tratadas com preconceito.
Não se trata apenas de religião. Se trata de racismo.
Defender as tradições de matrizes africanas é defender o direito à fé, à cultura e à existência.
Combater a discriminação racial também passa pelo respeito à liberdade religiosa.
Fé não é crime. Racismo é. ✊🏾
...
É hoje!
Um encontro para falar sobre o presente e o futuro que queremos construir.
Vamos debater como a educação ambiental, o clima e o meio ambiente precisam estar no centro das políticas públicas e do desenvolvimento do país.
🕖 Às 19h, no canal do PV Mulher no YouTube
Shirley Torres entrevistará as convidadas:
✨ Bia Neves
✨ Ana Saravy
Ative o lembrete e participe! 💚
...
O enfrentamento à violência contra a mulher também passa pelas instituições públicas.
A Câmara dos Deputados inaugurou na última quarta-feira (18), a Sala Lilás, um espaço voltado ao acolhimento de mulheres em situação de violência dentro do ambiente de trabalho e nas dependências do Parlamento.
A iniciativa busca não apenas oferecer suporte, mas também reforçar a importância de ações preventivas, como o programa “Antes que Aconteça”, aprovado recentemente.
Mais do que reagir à violência, é fundamental construir ambientes seguros e políticas que atuem na prevenção.
Quando o poder público assume esse compromisso, ele também sinaliza o caminho que deve ser seguido por toda a sociedade.
Combater a violência contra as mulheres é responsabilidade coletiva.
...
Feliz aniversário, Janaína Moreira 🎉
Que este novo ciclo venha com saúde, energia e muitas vitórias na construção de uma política mais democrática, plural e com mulheres ocupando cada vez mais espaços de decisão.
Seguimos juntas 💚✨
...
O Senado Federal do Brasil aprovou um projeto que amplia a proteção de mulheres em situação de violência doméstica.
A proposta prevê o uso de tornozeleira eletrônica por agressores, permitindo o monitoramento em tempo real e o envio de alertas à vítima caso haja aproximação indevida.
Além disso, a medida estabelece que o juiz terá até 24 horas para decidir sobre a manutenção ou revogação do monitoramento.
O objetivo é prevenir novas agressões e reduzir casos de feminicídio, garantindo mais tempo de reação e segurança para as mulheres.
Hoje, o uso da tornozeleira não é obrigatório em todo o país. Com a nova proposta, a intenção é ampliar e padronizar essa proteção.
Diante de um cenário em que a violência ainda atinge milhares de mulheres, fortalecer mecanismos de prevenção é essencial.
Proteger vidas exige ação, prioridade e compromisso. 💜
...
Um estudo do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Universidade Federal de Minas Gerais, publicado na revista científica The Lancet, revela que mulheres indígenas entre 10 e 49 anos morrem, em média, mais jovens do que mulheres brancas.
A pesquisa aponta que fatores como violência, exclusão social, precariedade na infraestrutura e dificuldades de acesso aos serviços de saúde contribuem para essa realidade.
Garantir políticas públicas que considerem as especificidades culturais e sociais dos povos indígenas é essencial para reduzir desigualdades e fortalecer o direito à saúde para todas as mulheres.
Justiça social também significa equidade no acesso à vida e à saúde. 💚
...
A iniciativa do Sistema Único de Saúde prevê acolhimento remoto em saúde mental para mulheres que enfrentam violência, ampliando o acesso ao cuidado e ao suporte emocional.
A expectativa é que o serviço realize até 4,7 milhões de atendimentos psicológicos por ano, integrando o acompanhamento online com a rede presencial de saúde e proteção às mulheres.
O atendimento poderá ser acessado por encaminhamento nas Unidades Básicas de Saúde ou diretamente pelo aplicativo Meu SUS Digital.
A ação faz parte do Pacto Brasil entre os Três Poderes para o Enfrentamento do Feminicídio e busca fortalecer o cuidado integral com a saúde física e mental das mulheres.
Ampliar políticas públicas de acolhimento é um passo importante no enfrentamento à violência de gênero. 💚
...
🎙️ Vem aí mais um episódio do Vamos Mulherando!
Nesta edição, vamos conversar sobre educação ambiental, clima e meio ambiente como política pública, um tema essencial para o presente e o futuro das nossas cidades. E para este episódio teremos a participação das vereadoras Bia Neves e Ana Saravy.
📅 20 de março
🕖 19h
📺 No canal do PV Mulher no YouTube
Ative o lembrete e venha participar dessa conversa! 💚🌱
...
A construção da autoestima das mulheres também é um processo político.
Durante muito tempo, padrões impostos tentaram definir como os corpos femininos deveriam ser, agir e existir. Romper com essas imposições é um passo importante para fortalecer autonomia, identidade e liberdade.
Valorizar nossos corpos e reconhecer nossa própria história é parte do caminho para relações mais justas consigo mesma e com o mundo. ✨
...