Campanha nas redes incentiva downloads do app SP Mulher Segura com novas funcionalidades
O Governo de São Paulo promove nesta sexta-feira (22) uma mobilização digital para ampliar os downloads…
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira (20) um decreto que reforça a…
A desigualdade racial no acesso à saúde voltou ao centro do debate durante audiência pública realizada…
A discussão sobre o fim da escala 6x1 foi adiada. De novo.
Enquanto setores econômicos pressionam por uma transição de até 10 anos, milhões de trabalhadores e trabalhadoras seguem vivendo uma rotina marcada pelo cansaço extremo, pela falta de tempo e pela precarização da própria vida.
O debate não pode ser reduzido a números ou interesses de mercado. Estamos falando de pessoas que passam mais tempo sobrevivendo ao trabalho do que vivendo plenamente.
Quem depende do transporte público lotado, quem chega em casa sem tempo para os filhos, para estudar, descansar ou simplesmente existir com dignidade sabe que a escala 6x1 não afeta apenas a produtividade. Ela afeta a saúde física, mental e emocional da população trabalhadora.
E essa realidade pesa ainda mais sobre as mulheres, que acumulam jornadas invisíveis de cuidado, trabalho doméstico e responsabilidade familiar.
Adiar esse debate também é escolher prolongar uma lógica de exaustão que atinge principalmente quem sustenta o país com o próprio trabalho.
O descanso também é um direito.
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É hoje no Vamos Mulherando! ✨
Shirley Torres, Secretária Nacional de Mulheres do PV, recebe o deputado federal Clodoaldo Magalhães (PV/PE) para uma conversa sobre masculinidades, cuidado e justiça social.
🗣️ Tema: Homem o Suficiente cuidando da justiça social
Um debate necessário sobre responsabilidade coletiva, igualdade e o papel dos homens na construção de uma sociedade mais justa.
📺 Assista no canal do PV Mulher no YouTube.
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Tem episódio novo do Vamos Mulherando chegando! 💚
Dessa vez, Shirley conversa com o deputado federal Clodoaldo Magalhães sobre responsabilidade política e o papel dos homens na construção da justiça social.
Porque enfrentar desigualdades, combater violências e defender direitos também exige compromisso coletivo. E homens precisam fazer parte dessa transformação.
“Homem o suficiente cuidando da justiça social” é um convite para refletir sobre política, cuidado e responsabilidade social para além dos discursos.
Será amanhã, 19h em nosso canal oficial do Youtube.
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Aos 100 dias do Pacto Nacional “Todos por Todas”, o Brasil avança no fortalecimento da proteção às mulheres com novas medidas de combate à violência de gênero.
Além das ações já implementadas como redução no tempo das medidas protetivas, ampliação da rede de atendimento e mais de 6 mil prisões de agressores, o governo federal sancionou novas leis que reforçam a proteção das mulheres e o enfrentamento ao feminicídio.
Entre elas estão:
- a Lei Barbara Penna, que endurece medidas contra agressores e fortalece a proteção às vítimas;
- a criação do Cadastro Nacional de Agressores;
- medidas que reforçam a Lei Maria da Penha com respostas mais rápidas e maior proteção às mulheres em situação de violência;
- e novas ações voltadas ao combate da violência digital contra mulheres.
O combate ao feminicídio passa pela garantia de proteção, justiça e do direito das mulheres viverem sem violência.
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Quando faltam políticas públicas efetivas, a sobrecarga quase sempre recai sobre as mulheres.
No caso das mães atípicas, essa realidade atravessa o cuidado diário, a busca por tratamento, acessibilidade, acompanhamento médico e direitos básicos que ainda não chegam para muitas famílias.
Este é um trecho da fala de Ivony Costa no episódio “Maternidade e Política” do podcast Vamos Mulherando. Ela reflete sobre como a ausência do poder público impacta diretamente a vida de pessoas com deficiência, doenças crônicas e de quem assume o cuidado diariamente.
Acompanhe o episódio completo através do nosso canal oficial no YouTube. 💚
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Durante muito tempo, crimes cometidos contra mulheres foram tratados como “crimes passionais”, como se ciúme, posse ou rejeição fossem justificativas para a violência.
Mas a legislação brasileira reconhece outra realidade: quando uma mulher é assassinada por razões relacionadas ao gênero, isso tem nome: Feminicídio.
Nomear corretamente também é enfrentar a violência.
Porque feminicídio não acontece por amor. Está relacionado ao controle, à desigualdade e à violência contra mulheres.
Informação responsável também é uma forma de conscientização e enfrentamento.
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O combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes precisa ser uma responsabilidade coletiva.
Somente no primeiro trimestre de 2026, o Brasil registrou mais de 13 mil casos de estupro de vulnerável, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Uma média de 150 ocorrências por dia.
Por trás de cada número existe uma infância marcada pela violência, pelo silêncio e pela ausência de proteção.
Neste 18 de maio, reforçamos a importância da conscientização, da escuta, da denúncia e da construção de redes de proteção para crianças e adolescentes.
O silêncio protege agressores. A denúncia protege vidas.
📞 Disque 100
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Hoje celebramos a vida de Vânia Almeida, membra do Diretório Nacional do Partido Verde pela Bahia 💚
Desejamos um novo ciclo de muitas conquistas, saúde, força e inspiração para seguir contribuindo com a construção de uma política mais justa, democrática e comprometida com as mulheres e com a transformação social.
Feliz aniversário!
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O desenvolvimento de uma vacina contra o HIV/Aids continua sendo um dos maiores desafios da ciência e uma esperança para milhões de pessoas em todo o mundo.
Neste 18 de maio, Dia de Conscientização sobre a Necessidade de Vacina contra o HIV/Aids, reforçamos a importância da pesquisa científica, do acesso à saúde pública, da prevenção e do combate à desinformação e ao preconceito.
Falar sobre HIV/Aids também é defender informação de qualidade, dignidade e políticas públicas que garantam cuidado e proteção à população.
Ciência, prevenção e acesso à saúde salvam vidas.
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O combate à LGBTfobia também precisa olhar para a realidade das mulheres.
Mulheres lésbicas, bissexuais e trans enfrentam violências marcadas pela discriminação, pelo machismo estrutural e pela exclusão social. Muitas convivem diariamente com agressões, silenciamento, vulnerabilidade econômica e violência institucional.
No Brasil, mulheres trans e travestis seguem entre as principais vítimas da violência contra a população LGBTQIA+. Já as mulheres lésbicas enfrentam, muitas vezes, violências dentro do próprio ambiente familiar e afetivo.
Falar sobre essa realidade é defender dignidade, segurança e direitos humanos.
No Dia Internacional contra Homofobia, Transfobia, Bifobia e Lesbofobia, reafirmamos a importância do respeito, da proteção e da construção de uma sociedade onde nenhuma pessoa precise viver com medo por ser quem é.
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Mais do que uma série, O Conto da Aia é um alerta sobre o que acontece quando direitos, liberdades e autonomia das mulheres são retirados.
A obra apresenta uma sociedade autoritária em que mulheres passam a existir apenas sob controle, silêncio e servidão, perdendo o direito sobre seus próprios corpos, escolhas e vidas.
Mesmo sendo uma ficção distópica, a série provoca reflexões importantes sobre democracia, violência de gênero, extremismo e os impactos da retirada de direitos.
Assistir também é refletir sobre a importância de proteger conquistas históricas das mulheres e seguir fortalecendo a luta por liberdade, igualdade e participação.
📺 Disponível em plataformas de streaming.
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A desinformação atrasa debates urgentes!
O feminicídio não é narrativa ou exagero: é uma violência real, marcada pelo gênero, que continua tirando a vida de milhares de mulheres no Brasil.
Quando informações sem contexto ou sem fonte são usadas para minimizar essa realidade, o debate público se afasta da construção de políticas que protejam mulheres e enfrentem a violência de forma séria.
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Antes de tudo, política também é sobre transformar a vida das pessoas no dia a dia.
Hoje, apresentamos a quem não conhece, a vereadora Profª Kell Silva, de Divinópolis (MG), uma liderança comprometida com pautas voltadas ao cuidado, à proteção das mulheres, à maternidade e à justiça social.
Entre seus projetos estão iniciativas de enfrentamento à violência de gênero, combate ao racismo obstétrico, incentivo à amamentação, apoio às mães atípicas e atenção à saúde mental de gestantes e puérperas.
Esse espaço é dela, é nosso, é do PV Mulher. É a força de mulheres ocupando espaços para transformar realidades. 💚
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Democracia também se constrói com transparência e responsabilidade.
No Glossário da Democracia de hoje, o termo “Accountability” representa o dever de governos, autoridades e instituições prestarem contas à sociedade sobre suas ações e decisões.
Mais do que um conceito político, accountability fortalece a fiscalização do poder público, amplia a transparência e reforça a participação cidadã na democracia.
Porque uma democracia forte também depende de controle social e compromisso público.
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O racismo também se manifesta na violência, na ausência de proteção e na desigualdade de oportunidades.
Falar sobre o Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo é reconhecer que combater o racismo também significa proteger mulheres pretas, ampliar direitos e construir políticas públicas que enfrentem essa realidade de forma séria e permanente.
Ligue 180 — Central de Atendimento à Mulher
Disque 100 — Direitos Humanos
📊 Fontes: Ministério da Justiça, Fiocruz, Ligue 180, Mapa da Violência 2015 e ISP-RJ.
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Quando o medo interfere na forma de viver, circular e ocupar os espaços, ele também revela desigualdades.
Dados apontam que mulheres apresentam índices de medo maiores do que homens em todas as situações relacionadas à violência e insegurança. Para muitas delas, sair à noite, voltar sozinha para casa ou até caminhar pela própria vizinhança exige atenção constante e mudança de comportamento.
O medo deixa de ser apenas sensação. Ele passa a limitar a liberdade, a mobilidade e o direito das mulheres à cidade.
Falar sobre segurança pública também é discutir gênero, proteção e o direito de viver sem violência.
Nenhuma mulher deveria precisar reorganizar sua vida em função do medo.
📊 Fonte: Datafolha / Fórum Brasileiro de Segurança Pública
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A desinformação também tenta silenciar o debate sobre misoginia.
Após a aprovação do chamado PL da Misoginia no Senado, redes sociais passaram a espalhar informações falsas sobre a proposta. Entre elas, conteúdos afirmando que “homens poderiam ser presos por perguntar se uma mulher está de TPM”, que a lei proibiria opiniões religiosas ou até causaria “demissões em massa” de mulheres.
Mas isso é falso.
O projeto busca combater práticas discriminatórias e condutas de ódio contra mulheres, especialmente em situações que provoquem constrangimento, humilhação, intimidação ou violência motivadas pelo gênero.
A proposta não criminaliza opiniões pessoais nem impede liberdade de expressão.
O objetivo é enfrentar práticas misóginas que reforçam violência, discriminação e ataques contra mulheres.
Transformar o debate em medo e desinformação também é uma forma de enfraquecer avanços nos direitos das mulheres.
Informação responsável também é compromisso com a democracia.
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Neste dia das mães, a gente fala de cuidado.
A gente fala das mães solo, que seguram tudo ao mesmo tempo. As que com apoio também assumem fielmente o papel de educar alguém. E também daquelas que não geraram, mas escolheram ou precisaram cuidar como mães.
Avós, tias, irmãs, madrastas, responsáveis. Mulheres que transformam presença em base e cuidado com o futuro.
No Brasil, milhões delas fazem isso enfrentando desigualdades, jornadas exaustivas e falta de apoio. E ainda assim, seguem.
Ser mãe vai muito além de um título. É sobre responsabilidade, afeto e resistência.
Hoje, nosso reconhecimento é para todas que cuidam. Do jeito que podem, com o que têm, mas sempre fazendo a diferença.
Feliz Dia das Mães!
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Hoje é dia de celebrar a vida de Elaine Gadelha, Secretária Estadual da Mulher do PV no Rio Grande do Norte. 💚
Desejamos um novo ciclo de muitas conquistas, saúde, força e inspiração para seguir construindo caminhos em defesa das mulheres, da participação política e da justiça social.
Feliz aniversário! ✨
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Ao se despedir da presidência do Tribunal Superior Eleitoral, a ministra Cármen Lúcia encerra mais um capítulo importante da sua trajetória na Justiça brasileira.
Primeira mulher a presidir o TSE, sua atuação foi marcada pela defesa da democracia, da verdade e da participação feminina nos espaços de decisão.
Mais do que ocupar um cargo, Cármen Lúcia ajudou a abrir caminhos para que mais mulheres sejam vistas, ouvidas e reconhecidas em posições historicamente dominadas por homens.
Sua trajetória reafirma a importância da presença feminina na construção de instituições mais democráticas, representativas e comprometidas com a igualdade.
Porque quando uma mulher ocupa espaços de poder, ela também transforma o futuro de outras.
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