Cármen Lúcia critica baixa presença feminina em espaços de poder
A presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Cármen Lúcia, defendeu nesta terça-feira (10) o aumento da participação…
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A Câmara dos Deputados e o Senado Federal devem analisar nesta terça-feira (10) um conjunto de…
Projetos de lei em tramitação no Senado Federal pretendem tornar crime a misoginia — termo que…
A violência contra mulheres também cresce nos ambientes digitais.
Dados do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro mostram que 3.417 mulheres foram vítimas de violência psicológica na internet em 2025, um aumento de 20,6% em relação ao ano anterior.
O levantamento faz parte do Panorama da Violência contra a Mulher e aponta que, considerando também os ambientes físicos, 59.743 mulheres sofreram violência psicológica no último ano, uma média de 163 vítimas por dia.
Os números revelam que a violência não está apenas nas ruas ou dentro de casa. Ela também se manifesta nas redes sociais, em ataques, ameaças, humilhações e intimidações que atingem mulheres todos os dias.
Apesar da redução nos casos de feminicídio e nas tentativas desse crime no estado, os dados reforçam a necessidade de ampliar políticas de prevenção, acolhimento e enfrentamento da violência em todos os espaços, inclusive no ambiente digital.
Reconhecer esses padrões de violência e denunciá-los é fundamental para mudar essa realidade.
A violência contra mulheres, online ou offline, é crime!
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A pobreza menstrual ainda impõe barreiras silenciosas a milhares de meninas no Brasil.
Quando mais de 713 mil não têm acesso a banheiro ou chuveiro em casa durante o período menstrual, e mais de 1 milhão não encontram papel higiênico na escola, estamos falando de um problema estrutural.
A falta de condições básicas impacta diretamente a permanência escolar, a saúde e a autoestima. Muitas faltam às aulas. Outras enfrentam constrangimentos que poderiam ser evitados com políticas públicas simples e eficazes.
Pobreza menstrual não se resume à ausência de absorvente. Envolve saneamento, informação, acesso à saúde e compromisso do poder público com a dignidade.
Garantir dignidade menstrual é garantir educação. E garantir educação é promover igualdade. 💚
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Não estamos falando apenas de escolaridade, mas da capacidade de compreender o mundo com pensamento crítico. Entender como a ciência funciona, como as decisões públicas são tomadas e como o conhecimento é construído é o que garante autonomia real.
O analfabetismo científico não é apenas um problema educacional, mas também uma barreira social e política. Quando mulheres não têm acesso à formação crítica, ficam mais vulneráveis à desinformação, à exclusão econômica e à limitação de oportunidades.
Investir em educação científica é fortalecer a democracia, impulsionar o desenvolvimento e ampliar a presença feminina nos espaços de inovação e decisão.
Mais mulheres na ciência significam mais perspectivas, mais soluções e mais futuro.
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Toda vez que uma mulher entende seus direitos, sua história e seu lugar na sociedade, algo muda. O silêncio vira voz. A dúvida vira posicionamento. E a dependência vira autonomia.
Por muito tempo, o conhecimento foi negado às mulheres na política, na economia, na ciência e até sobre seus próprios corpos. Mas quando mulheres têm acesso à informação, elas ocupam espaços, questionam estruturas e transformam realidades.
Neste Dia das Mulheres, a gente lembra: igualdade não nasce do acaso. Ela nasce da consciência.
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Hoje o dia é de celebração para o PV Mulher! 🥳
Celebramos a vida da Aline, responsável por um direcionamento essencial na vida da nossas mulheres políticas. Mais do que uma profissional dedicada, a Aline é uma força que impulsiona nossos ideais com garra e alegria.
Desejamos a você um novo ciclo repleto de saúde, paz e muitas conquistas. Que sua caminhada continue sendo iluminada e cheia de vida! 🌿✨
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A legislação brasileira garante direitos fundamentais às mulheres. A proteção existe no papel.
Mas entre a lei e a realidade ainda há barreiras concretas.
Medo, dependência econômica, falta de informação, dificuldade de acesso à Defensoria Pública e estruturas insuficientes afastam muitas mulheres do sistema de justiça. Não se trata de fragilidade individual, mas de desigualdades estruturais.
Quando o sistema não é acessível, o direito perde efetividade. E quando direitos não alcançam todas, a democracia se enfraquece.
O desafio não está apenas em criar leis, mas em garantir condições reais para que cada mulher possa exercê-las com segurança e dignidade. 💚
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Feliz aniversário, Eliene Viana 🎉
Que este novo ciclo venha com saúde, força e ainda mais conquistas na caminhada política e coletiva. Seguimos juntas, construindo participação, democracia e transformação. 💚✨
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Nem sempre é falta de coragem. É um ciclo psicológico de violência e afeto que confunde, culpa e aprisiona.
O chamado vínculo traumático acontece quando agressões se alternam com pedidos de desculpa, promessas de mudança e momentos de carinho. Essa dinâmica cria dependência emocional e dificulta o rompimento da relação.
Por isso, sair de uma situação de violência nem sempre é simples ou imediato. Julgamento não ajuda. Informação, acolhimento e políticas públicas eficazes, sim.
Violência doméstica é crime. Se você ou alguém que você conhece precisa de apoio:
📞 180 - Central de Atendimento à Mulher
📞 190 - Emergência
Falar sobre isso é proteger vidas. 💚
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O medo da violência sexual faz parte da maioria das mulheres brasileiras. Dados de 2025 do Instituto Patrícia Galvão e do Instituto Locomotiva mostram que 82% das mulheres entrevistadas afirmam ter muito medo de sofrer estupro, um aumento em relação aos anos anteriores.
Quando somadas às que relatam “um pouco de medo”, o número chega a 97%. Entre jovens de 16 a 24 anos, 87% afirmam sentir muito medo. Entre mulheres negras, o percentual atinge 88%.
A pesquisa deixa nítido também que na maioria das vezes, a violência acontece dentro de casa e é cometida por alguém conhecido da vítima. Esse crescimento do medo evidencia a necessidade urgente de fortalecer políticas de prevenção, acolhimento e acesso à justiça.
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Ao ratificar a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher, o Estado brasileiro reconheceu que desigualdade não é acaso. É estrutura e que combatê-la é obrigação pública.
Esse compromisso não é simbólico. Ele exige políticas, orçamento, responsabilização e ação concreta para garantir direitos, proteção e igualdade para todas as mulheres.
Quando o Estado assina, as mulheres acompanham. Quando o Estado promete, as mulheres cobram. Porque democracia de verdade só existe quando os direitos das mulheres são levados a sério todos os dias.
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O documentário escancara uma discussão urgente: o direito das mulheres a um parto respeitoso, seguro e baseado em informação. E não em violências, pressa ou interesses institucionais.
O Renascimento do Parto questiona a medicalização excessiva, a cultura da cesariana sem indicação e as práticas que desconsideram o corpo e a autonomia das mulheres. Falar de parto é falar de saúde pública, de direitos reprodutivos e de dignidade.
🎬 Assistir é um convite à reflexão e à defesa de políticas que coloquem as mulheres no centro das decisões sobre seus próprios corpos.
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É hoje que a gente vira a chave do debate.
No Vamos Mulherando, a conversa é sobre poder, responsabilidade e o papel dos homens na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
🟢 Apresentação: Shirley Torres
🟢 Convidado: Aliel Machado, deputado federal (PV/PR)
Democracia se constrói com diálogo, coragem e compromisso.
▶️ Hoje, às 19h | Canal do PV Mulher no YouTube
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Hoje é dia de celebrar Cláudia Lelis, membra da Executiva do Diretório Nacional e deputada estadual pelo Tocantins.
Que seu novo ciclo seja repleto de saúde, força e ainda mais conquistas na trajetória política, na defesa dos direitos das mulheres e no compromisso com a democracia.
Feliz aniversário! 🎉✨
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Trabalho digno para mulheres é direito, não concessão.
É salário justo, condições seguras, respeito e combate ao assédio.
Na avenida e fora dela, esse é um compromisso que não se negocia. Porque sem dignidade no trabalho, não existe justiça social.
Quesito trabalho digno para mulheres: nota 10.
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É amanhã que a conversa fica séria.
O Vamos Mulherando traz um episódio necessário pra quem acredita que democracia, igualdade e responsabilidade também passam pelo debate sobre masculinidades.
🟢 Com Shirley Torres
🟢 Convidado: Aliel Machado, deputado federal (PV/PR)
Não é sobre discurso vazio. É sobre compromisso político.
▶️ Amanhã, às 19h
No YouTube do PV Mulher
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O voto de uma mulher muda a história. Ele não foi dado, foi conquistado.
Em 1932, mulheres brasileiras romperam barreiras legais e sociais para garantir o direito de votar. Um passo fundamental para a construção da cidadania feminina e da democracia do país.
Desde então, cada voto carrega a memória dessa luta e reafirma que mulheres não apenas participam da política: elas transformam o rumo da história.
Votar é um direito! ✊🏽💚
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O que significa, afinal, ser “homem o suficiente” em uma sociedade marcada por desigualdades de gênero?
Neste episódio do Vamos Mulherando, a conversa vira o jogo: falamos sobre masculinidades, responsabilidade política, democracia e o papel dos homens na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
🎙️ Com Shirley Torres, Secretária Nacional do PV Mulher
🗣️ Convidado: Aliel Machado, Deputado Federal pelo Paraná
Um diálogo necessário, direto e sem atalhos.
Em breve no canal do PV Mulher no YouTube.
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No carnaval e na vida, a democracia é o que garante voz, direitos e liberdade.
É ela que protege a diversidade, o respeito e a convivência nas ruas, nos blocos e em todos os espaços.
Defender a democracia é garantir que todo mundo possa existir, celebrar e ocupar a avenida com dignidade.
🎭✨ Democracia passa na avenida. Nota 10.
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Hoje a frase de Judith Butler nos lembra que não existe liberdade real enquanto ela for privilégio de poucas.
Não há emancipação possível sem enfrentar as desigualdades de gênero, raça,classe e sexualidade que estruturam a sociedade. Toda luta por direitos que ignora a igualdade acaba reforçando hierarquias.
Liberdade que não é coletiva vira concessão. E a democracia que não é igualitária segue incompleta.
Seguimos lutando por uma liberdade que inclua todas as mulheres. ✊🏽💚
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Maame fala sobre expectativas que não escolhemos, responsabilidades que nos atravessam cedo demais e o peso de ser mulher em um mundo que cobra maturidade, cuidado e silêncio como se fossem naturais.
A história acompanha uma mulher negra tentando existir entre o dever, a culpa e o desejo de autonomia. Um retrato potente das pressões sociais, familiares e raciais que moldam trajetórias femininas.
Essa leitura é essencial porque nos lembra: não é fraqueza sentir cansaço. É estrutura.
Ler Maame é reconhecer que o pessoal segue sendo político e que liberdade também passa pelo direito de dizer “não”.
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