Ligue 180 registra aumento de 45% nos atendimentos em 2025, e casos seguem em alta em 2026
A Central de Atendimento à Mulher — Ligue 180 — ultrapassou a marca de 1 milhão…
A Central de Atendimento à Mulher — Ligue 180 — ultrapassou a marca de 1 milhão…
Lideranças negras e indígenas ocuparam espaço de destaque em um dos principais centros acadêmicos do mundo…
Mesmo sendo uma doença amplamente evitável, o câncer de colo do útero continua fazendo milhares de…
Hoje é dia de celebrar a vida de Marivaine Alencastro. 💚
Uma mulher comprometida com a construção de uma política mais justa, representativa e transformadora.
Desejamos um novo ciclo de muitas conquistas, força e inspiração na luta por mais direitos e igualdade.
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Um estudo brasileiro revelou que mulheres que sofreram violência sexual têm 74% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares.
A pesquisa, baseada em dados da Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE, aponta que os impactos da violência vão além do trauma psicológico, afetando diretamente a saúde física das vítimas.
Entre os principais efeitos identificados estão o aumento de casos de infarto e arritmias. O estudo também indica que fatores como ansiedade, depressão e estresse crônico contribuem para esse agravamento, além de possíveis mudanças no estilo de vida após a violência.
No Brasil, mais de 8% das mulheres relatam já ter sofrido violência sexual ao longo da vida, um problema grave de saúde pública que segue subnotificado.
Os dados reforçam que o enfrentamento à violência contra a mulher também é uma questão de saúde, exigindo políticas públicas integradas de proteção, acolhimento e cuidado.
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Avanços importantes no combate à violência contra as mulheres!
Novas leis foram publicadas no Brasil, ampliando medidas de proteção, prevenção e enfrentamento à violência de gênero. São passos fundamentais para garantir mais segurança, dignidade e justiça para todas.
No PV Mulher, acompanhamos e defendemos cada conquista que fortalece a vida das mulheres — porque sabemos que combater a violência é um compromisso coletivo e urgente.
Fonte da Informação: Agência Brasil
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Hoje tem Vamos Mulherando
Um encontro para refletir sobre o que ainda tentam nos negar: o direito de existir, ocupar e ser reconhecida como suficiente.
📺 Ao vivo, às 19h, no canal do PV Mulher no YouTube
Não fica de fora dessa conversa. 💜
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Novas vozes, novas histórias e mais força para transformar.
O PV Mulher apresenta o Raio-X das novas filiadas do Partido Verde — mulheres que chegam para somar, trazendo trajetórias, ideias e propostas que impactam diretamente a vida das pessoas. São lideranças que fortalecem a política com olhar sensível, compromisso social e atuação concreta em temas como cuidado, proteção, educação e bem-estar.
Siga nos acompanhando nossas redes e venha com a gente fortalecer essa mudança.
#PVMulher #PartidoVerde #MulheresNaPolítica #NovasFiliadas #PolíticaComPropósito MaisMulheresNaPolítica
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É amanhã!
O próximo episódio do Vamos Mulherando chega com um tema necessário: “Mulheres o suficiente”.
Uma conversa sobre presença, reconhecimento e o direito de ocupar todos os espaço.
🗓 Amanhã
⏰ 19h
📺 No canal do PV Mulher no YouTube
Ativa o lembrete e vem com a gente. Essa conversa é pra você
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Uma nova mudança na Lei Maria da Penha passa a garantir mais proteção às mulheres vítimas de violência no Brasil.
A nova lei elimina a obrigatoriedade de audiências em que a vítima precisava confirmar se queria dar continuidade ao processo contra o agressor. A partir de agora, esse procedimento só acontecerá caso a própria mulher manifeste o desejo de desistir da denúncia.
Na prática, a medida evita que mulheres sejam expostas a situações de constrangimento e desgaste emocional, além de impedir que sejam pressionadas a recuar.
A mudança também corrige uma distorção comum no sistema de Justiça, em que audiências eram marcadas automaticamente, mesmo sem pedido da vítima.
Com isso, o silêncio deixa de ser interpretado como dúvida e passa a ser reconhecido como decisão de seguir com o processo.
A nova regra fortalece o enfrentamento à violência contra a mulher e busca garantir que o sistema de Justiça atue sem revitimizar quem já sofreu violência.
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Mulheres jornalistas estão cada vez mais expostas à violência online.
Segundo estudos da UNESCO, esses ataques não acontecem por acaso, eles fazem parte de estratégias organizadas que combinam desinformação, misoginia e intimidação.
A violência digital contra jornalistas mulheres:
- é coordenada e acontece em múltiplas plataformas
- aumenta quando elas cobrem política, direitos humanos e desinformação
- utiliza ataques misóginos para desacreditar o trabalho jornalístico
Além disso, atores políticos e redes organizadas têm papel direto na amplificação desses ataques, criando campanhas que ultrapassam o ambiente digital e podem gerar impactos reais, como adoecimento mental, autocensura e abandono da profissão.
Não se trata apenas de violência individual. É uma tentativa de silenciar vozes, enfraquecer o jornalismo e comprometer o acesso à informação.
Defender mulheres jornalistas é defender a liberdade de expressão e a democracia.
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Tem conversa importante chegando!
E ela começa de um lugar essencial: nós.
No próximo episódio do Vamos Mulherando, vamos debater o tema "Mulheres O Suficiente". Esse episódio abordará sobre presença, reconhecimento e o direito de ocupar todos os espaços.
Nossa secretária de mulheres, Shirley Torres, terá uma conversa enriquecedora com Josy Kreissl e Vera Motta.
🗓 10 de Abril
⏰ 19h
📺 No canal do PV Mulher no Youtube
Vem com a gente acompanhar esse diálogo!
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Desacreditar mulheres sempre foi uma estratégia de poder.
Quando uma mulher duvida de si, ela ocupa menos espaço, questiona menos e enfrenta mais barreiras para existir plenamente.
Reivindicar a própria voz, a própria capacidade e o próprio lugar não é só um processo individual, é um ato político.
Porque mulheres que reconhecem sua força também transformam estruturas.
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A Páscoa é tempo de renovação.
Que esse momento também nos inspire a seguir construindo caminhos com mais justiça, cuidado e dignidade para todas.
Feliz Páscoa 💜
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A indicação de hoje é a série Inacreditável.
Baseada em uma história real, a trama expõe como a falta de escuta, o julgamento e a descredibilização podem agravar ainda mais a violência contra mulheres.
Mais do que uma investigação, a série mostra a importância de acreditar, acolher e garantir que vítimas sejam tratadas com respeito e dignidade.
📺 Assistir também é refletir.
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O Dia Mundial da Conscientização do Autismo é um convite à informação, ao respeito e à inclusão.
Ainda hoje, o preconceito e a desinformação dificultam o acesso a direitos e o convívio social de pessoas autistas.
Falar sobre o tema é um passo essencial para construir uma sociedade mais justa, acolhedora e consciente.
Conscientizar é incluir.
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Sem território, não há direitos.
A história da escravidão indígena no Brasil não ficou no passado. Ela se reflete hoje na disputa por terras, na violência e na negação de direitos aos povos originários.
Mulheres indígenas estão na linha de frente dessa resistência, defendendo seus territórios, suas culturas e o futuro de suas comunidades.
Garantir território é garantir vida.
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O próximo episódio do Vamos Mulherando está chegando 💜
Um espaço de diálogo, troca e construção sobre temas que impactam diretamente a vida das mulheres.
Tem conversa importante vindo aí, e você vai querer acompanhar.
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A liberdade das mulheres não se resume ao rompimento com padrões ou opressões.
Existe um outro passo, muitas vezes mais difícil: reconhecer, ocupar e afirmar esse novo lugar com autonomia, consciência e voz.
Reivindicar a própria existência, suas escolhas e seu espaço na sociedade também é um ato político.
Ser livre é também se reconhecer como sujeito dessa liberdade.
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Você já se perguntou o que pode fazer pelo planeta em apenas uma hora? ⏳🌿
A Hora do Planeta não é apenas sobre apagar luzes; é sobre acender um alerta para a crise climática. O PV Mulher convida todas vocês a participarem deste movimento global. Das 20h30 às 21h30, desconecte-se dos aparelhos e reconecte-se com a natureza.
O compromisso com o meio ambiente é uma pauta feminina e urgente
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Nem toda desigualdade é evidente.
Algumas acontecem dentro de casa, nas escolhas, nas expectativas e nos caminhos que são impostos às mulheres.
Em Pequenos Incêndios por Toda Parte, Celeste Ng constrói uma narrativa que atravessa maternidade, classe social e o peso das decisões que moldam a vida das mulheres.
A história revela como diferentes realidades femininas são impactadas por estruturas sociais que, muitas vezes, passam despercebidas.
Porque, no fim, falar sobre mulheres também é falar sobre oportunidades, escolhas e desigualdades.
E isso também é política. 💚
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Em 2025, o câncer de colo de útero matou quase 20 mulheres por dia no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde.
São mais de 7 mil vidas perdidas em um único ano por uma doença que é considerada quase totalmente prevenível com vacina e diagnóstico precoce.
O problema não é falta de solução. É falta de acesso.
Desigualdades regionais, falhas no rastreamento e diagnóstico tardio ainda fazem com que milhares de mulheres cheguem ao tratamento em estágios avançados da doença.
Enquanto isso, mulheres em regiões mais vulneráveis seguem enfrentando barreiras para exames básicos e atendimento de qualidade.
Falar sobre esse tema é falar sobre saúde pública, prevenção e desigualdade.
Porque quando a prevenção não chega a todas, o resultado é o mesmo: vidas que poderiam ser salvas.
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Quando o combate à misoginia é tratado como exagero, fica evidente o quanto ela ainda é naturalizada.
A aprovação da lei é um avanço.
O discurso contrário a ela só reforça o quanto ainda precisamos avançar.
Misoginia não é opinião. É violência.
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