Resistência política dificulta implementação de política nacional de combate à violência contra mulheres, diz ministra
Em 2026, ser mulher no Brasil permanece um fator de risco. Dados do Ministério das Mulheres…
Em 2026, ser mulher no Brasil permanece um fator de risco. Dados do Ministério das Mulheres…
Antes mesmo de completar o primeiro mês de 2026, Mato Grosso do Sul já registra números…
O enfrentamento ao feminicídio voltou a ocupar lugar central na agenda do governo federal diante de…
É hoje!
Às 19h, o Vamos Mulherando estreia um novo episódio no Youtube com o tema “Maternidade e Política”.
Uma conversa conduzida por Shirley Torres com Ana Saravy e Ivony Costa sobre os desafios, atravessamentos e a presença das mulheres-mães pelos direitos na sociedade.
Ative o lembrete e vem acompanhar.
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Em 2026, ser mulher no Brasil ainda é um risco. Quatro mulheres são assassinadas por dia e, só no último ano, foram 1350 feminicídios. Os números escancaram a violência de gênero e as falhas do Estado em proteger vidas.
A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, afirma que o entrave não é a falta de leis, mas a resistência política, orçamento insuficiente e pouca articulação entre governos. Mesmo com o endurecimento das penas e a retomada de políticas públicas, o atendimento segue falhando: delegacias que não funcionam 24h, acolhimento precário e uma cultura machista ainda presente nas instituições.
O cenário se agrava com a recusa de estados e municípios em aderir ao Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios e com o avanço de um conservadorismo que bloqueia políticas de gênero no Congresso.
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É amanhã! Às 19h, tem novo episódio do Vamos Mulherando no Youtube com o tema “Maternidade e Política”.
Uma conversa necessária sobre cuidado, participação política e os desafios enfrentados por mulheres que constroem a política a partir da vida real.
Ative o lembrete e acompanhe essa conversa.
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No Brasil, mulheres recebem em média cerca de 20% menos que homens.
Não é falta de esforço. É desigualdade estrutural.
📊 Fonte: IBGE / PNAD Contínua
Economia também é pauta das mulheres.
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A importunação sexual deixou de ser invisível. Desde 2018, a Lei nº 13.718 reconhece como crime qualquer ato sexual sem consentimento, inclusive em espaços públicos, transporte coletivo, festas ou ambientes de trabalho.
Não é elogio. Não é brincadeira. Não é exagero. É violência.
Conhecer a lei é um passo fundamental para romper o silêncio, fortalecer a denúncia e proteger mulheres.
Violência contra a mulher é crime. Denuncie.
📞 Ligue 180.
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O Brasil apresentou ao mundo um novo caminho para o financiamento da preservação ambiental.
O Fundo Florestas Tropicais para Sempre reconhece que florestas prestam serviços essenciais ao planeta e que quem cuida desses territórios deve ser valorizado.
Investir na conservação é investir em justiça climática, soberania dos países do Sul Global e no futuro das próximas gerações.
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O Vamos Mulherando recebe mulheres que fazem política a partir da vida real.
Nossa secretária nacional Shirley Torres conversa com Ana Saravy, vereadora de Aquidauana, e Ivony Costa, ativista e membra da Executiva Estadual do PV/PR, sobre Maternidade e Política.
Um diálogo necessário sobre cuidado, participação política e os desafios enfrentados por mulheres que ocupam espaços de decisão sem abrir mão de quem são.
🗓 16 de janeiro
🕖 19h, pelo canal oficial do Youtube
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O uso indevido de agrotóxicos é um problema ambiental, de saúde pública e de justiça social.
Mulheres rurais, agricultoras familiares, trabalhadoras do campo e comunidades periféricas estão entre as mais expostas aos efeitos da contaminação por agrotóxicos.
Defender o controle da poluição por agrotóxicos é defender a vida, a saúde e o direito a um ambiente equilibrado.
É também fortalecer a agroecologia e a soberania alimentar.
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Hoje celebramos a trajetória, o compromisso e a dedicação de Elizangela Sousa, integrante do Diretório Nacional. Que este novo ano seja marcado por saúde, conquistas e ainda mais força na luta por justiça social, democracia e participação das mulheres na política.
Parabéns! 💚✊🏽
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Estamos preparando um novo episódio do Vamos Mulherando.
Um debate necessário sobre mulheres, política e democracia, com reflexões que ajudam a compreender os desafios do presente e a construir caminhos para uma participação política mais justa e igualitária.
Em breve. 🎙️
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Democracia paritária significa garantir que mulheres participem da política em condições de igualdade, ocupando espaços de decisão em proporção compatível com sua presença na sociedade.
A sub-representação feminina não é fruto de desinteresse, mas de barreiras estruturais, como a violência política, a desigualdade no financiamento de campanhas e a exclusão histórica dos espaços de poder.
Fortalecer a democracia passa, necessariamente, pela ampliação da participação das mulheres na política.
Paridade não é concessão. É princípio democrático.
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O episódio marcou um ataque sem precedentes às nossas instituições: prédios da Câmara, do Senado,do Supremo Tribunal Federal e do Palácio do Planalto foram depredados, e a tentativa de ruptura do Estado Democrático de Direito deixou claro que a democracia precisa ser defendida todos os dias.
O julgamento dos responsáveis por essas ações representou um marco histórico, mostrando que ameaças às instituições têm consequências e que nenhuma democracia sobrevive sem vigilância, cidadania e participação ativa.
Este é um lembrete: conhecer a história, compreender o papel das instituições e engajar-se na política são passos essenciais para fortalecer a democracia, especialmente em anos eleitorais como 2026.
Educação política e participação feminina são instrumentos fundamentais para proteger e construir um país mais justo.
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A violência política contra mulheres não se limita mais aos espaços físicos ou institucionais. Com a centralidade das redes sociais e das plataformas digitais na disputa política, esse tipo de violência ganhou novas formas, maior alcance e maior capacidade de impacto.
Mulheres que decidem disputar cargos eletivos têm sido alvo recorrente de imagens falsas, montagens, conteúdos manipulados e ataques misóginos, práticas que buscam deslegitimar trajetórias, comprometer reputações e afastar mulheres da vida política. Esses ataques não são episódios isolados, mas estratégias que se repetem e se adaptam às novas tecnologias.
O uso de ferramentas digitais e de sistemas de inteligência artificial sem controle social e sem perspectiva de gênero tende a reproduzir e aprofundar desigualdades históricas. Quando a violência se espalha em escala digital, torna-se mais difícil de ser contestada, denunciada e responsabilizada.
Por isso se torna importante enfrentar a violência política no ambiente digital para que possamos garantir que mulheres possam participar da política em condições iguais com segurança e respeito estabelecido.
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Janeiro chega com novos planos, mas um velho desafio ainda acompanha muitas mulheres em cargos de liderança: a síndrome da impostora. Pesquisas mostram que mais de 60% das mulheres líderes sentem que precisam provar constantemente sua competência, mesmo diante de resultados concretos.
Segundo especialistas, esse sentimento é reforçado por ambientes competitivos, metas excessivas e pela dificuldade de reconhecer as próprias conquistas. Os sinais aparecem na autocrítica intensa, no medo de errar e na culpa ao descansar.
Reconhecer esse padrão é um passo importante para construir lideranças mais saudáveis, diversas e conscientes. Dúvida não é incompetência, é parte de quem assume responsabilidades reais.
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Democratizar a vida é garantir que mulheres possam existir com dignidade, autonomia e direitos assegurados.
É reconhecer que o trabalho das mulheres, dentro e fora de casa, sustenta a sociedade. Mas ainda é invisibilizado, desvalorizado e explorado.
A frase de Silvia Federici nos lembra que a democracia não se limita ao voto ou às instituições: ela começa no cotidiano, no cuidado, no trabalho e no direito de viver sem violência.
Enquanto a vida das mulheres não for prioridade, a democracia seguirá incompleta.
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Um documentário necessário para começar o ano com consciência e compromisso. O Silêncio das Rosas dá voz às mulheres vítimas de violência no Brasil e escancara como essa realidade não é individual, mas estrutural: atravessada por desigualdades, omissões do Estado e pela urgência de políticas públicas eficazes.
Indicar esse filme é reafirmar que o enfrentamento à violência contra as mulheres passa pela informação, pela memória e pela mobilização política. Que 2026 seja um ano de mais escuta, mais ação e mais compromisso com a vida das mulheres.
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O ano virou, mas os desafios que atravessam a vida das mulheres seguem presentes. A virada do calendário não encerra a luta por dignidade, segurança, direitos e igualdade.
Seguimos em 2026 com a mesma certeza: nenhuma mulher deve enfrentar a violência, a desigualdade e o silenciamento sozinha.
A luta é cotidiana, coletiva e permanente.
✊🏽 O ano virou. A luta continua.
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No Dia Mundial da Paz, é fundamental lembrar que a paz vai muito além da ausência de conflitos. Ela se constrói com justiça social, democracia, igualdade de gênero e garantia de direitos. Não há paz possível enquanto mulheres seguirem sendo silenciadas, violentadas ou excluídas dos espaços de decisão.
Promover a paz é enfrentar todas as formas de violência, combater as desigualdades e fortalecer políticas públicas que assegurem dignidade, autonomia e participação para as mulheres. É um compromisso coletivo com um futuro mais justo, humano e igualitário para todas e todos.
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Um novo ano começa, mas o nosso compromisso segue firme.
Em 2026, continuamos juntas pela ampliação de direitos, pela participação política das mulheres e pelo enfrentamento de todas as formas de desigualdade.
Que seja um ano de mais escuta, mais coragem e mais mulheres nos espaços de decisão.
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Que 2026 chegue com mais coragem, mais unidade e mais ação.
Seguimos trabalhando por mais espaço para as mulheres, mais igualdade e mais responsabilidade com o futuro do Brasil.
A Secretaria Nacional do PV Mulher deseja um Ano Novo de conquistas e transformação. Feliz 2026. ♥️✨
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