Mulheres freelancers recebem, em média, 25,6% menos que homens no Brasil, aponta estudo
Levantamento mostra que diferença na remuneração entre profissionais autônomos brasileiras supera a média global e é…
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Profissionais relatam que contatos iniciados como oportunidades de trabalho evoluem para abordagens invasivas, perseguições e violência…
Cortes no financiamento internacional comprometem serviços essenciais e ameaçam organizações que atuam na proteção de mulheres…
O direito ao voto é uma das maiores conquistas da democracia brasileira. Resultado de uma longa trajetória de ampliação da participação popular, ele garante que cada cidadã e cada cidadão tenha voz na construção dos rumos do país.
Durante o lançamento do livro Pela Mão do Povo – Voto e Democracia no Brasil, a ministra do STF e ex-presidente do TSE, Cármen Lúcia, reafirmou sua confiança na segurança e na transparência do sistema eleitoral brasileiro, destacando que defender o processo eleitoral é também defender a democracia.
Fortalecer a confiança nas instituições, combater a desinformação e respeitar a vontade popular são compromissos essenciais para preservar eleições livres, justas e democráticas.
Porque proteger o voto é proteger a voz do povo. 💚
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Hoje celebramos a vida de Shirley Torres, Secretária Nacional de Mulheres do Partido Verde, cuja dedicação fortalece diariamente a luta por mais igualdade, participação política e justiça para as mulheres brasileiras.
Que este novo ciclo seja marcado por saúde, felicidade, conquistas e pela continuidade de uma trajetória inspiradora em defesa da democracia, da sustentabilidade e dos direitos das mulheres.
Parabéns, Shirley! Receba o carinho e os votos de toda a família PV Mulher. 💚🎉
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As mulheres negras avançaram nas urnas. Mas ainda enfrentam as maiores barreiras para chegar aos espaços de poder.
Embora representem cerca de 28% da população brasileira, tiveram a menor taxa de sucesso eleitoral nas eleições de 2022: apenas 1,5% das candidaturas resultaram em mandatos no Congresso Nacional.
Esse cenário revela que o desafio não está na falta de lideranças, mas nas desigualdades estruturais que atravessam o financiamento de campanhas, o acesso aos partidos, a distribuição de recursos, a violência política de gênero e raça e os obstáculos para construir trajetórias políticas em condições de igualdade.
Fortalecer a democracia também significa ampliar quem participa das decisões. Mais representatividade não é apenas uma questão de justiça: é uma condição para que o Parlamento reflita a diversidade do povo brasileiro.
O Partido Verde defende uma política que enfrente essas desigualdades e garanta condições reais para que mulheres negras ocupem os espaços de decisão, com voz, recursos, segurança e respeito.
💚 Democracia também se constrói com representatividade.
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As palavras de Sueli Carneiro são também um convite à reflexão.
Ao afirmar que as mulheres negras são a vanguarda do movimento feminista, ela evidencia que não existe um único feminismo. Existe uma luta marcada por diferentes experiências, atravessadas pelo racismo, pela desigualdade social e pela exclusão histórica.
O protagonismo das mulheres negras nasce da necessidade de enfrentar opressões que, por muito tempo, foram invisibilizadas
Justiça de gênero também é justiça racial.
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Hoje celebramos a trajetória de Dora Gomes, homenageada com a 2ª Comenda Tereza de Benguela 2026, reconhecimento dedicado a mulheres que fortalecem a luta por igualdade, justiça e direitos.
A homenagem ganha um significado ainda mais especial neste 25 de julho, Dia Internacional da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha, data que reafirma a importância do protagonismo das mulheres negras na construção de uma sociedade mais democrática, diversa e inclusiva.
Que o legado de Tereza de Benguela continue inspirando mulheres que transformam seus territórios, ocupam espaços de decisão e fazem da política um instrumento de mudança.
Parabéns, Dora Gomes! 💚✊🏾
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A data celebra o Dia Internacional da Mulher Afro-Latino-Americana e Afro-Caribenha, criado em 1992 durante o 1º Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, realizado na República Dominicana. No Brasil, também homenageia Tereza de Benguela, liderança quilombola do século XVIII que se tornou símbolo da resistência negra e da luta pela liberdade.
Conhecida como a "Rainha Tereza", ela comandou o Quilombo do Quariterê, no atual estado de Mato Grosso, organizando uma comunidade baseada na autonomia, na resistência e na defesa do seu povo.
Mais do que recordar sua história, esta data nos convida a reconhecer a contribuição das mulheres negras na construção do Brasil e a refletir sobre os desafios que ainda persistem no enfrentamento ao racismo, ao sexismo e às desigualdades.
O PV Mulher reafirma seu compromisso com a promoção da igualdade racial, da justiça social e do fortalecimento da participação das mulheres negras nos espaços de decisão. Porque não há democracia plena sem representatividade e equidade. 💚
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Hoje celebramos a vida de Maria de Fátima Alves, integrante do Diretório Nacional do Partido Verde em Mato Grosso.
Que este novo ciclo seja repleto de saúde, paz, alegria e muitas realizações. Que sua trajetória continue inspirando o fortalecimento da participação das mulheres na política e a construção de uma sociedade mais justa, democrática e sustentável. 🎂
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Toda medida protetiva representa uma mulher buscando segurança.
No primeiro semestre de 2026, 63.513 medidas protetivas foram concedidas a mulheres vítimas de violência em São Paulo, um aumento de 9% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Garantir proteção é um direito. Mas o compromisso da sociedade deve ir além: prevenir a violência, fortalecer as redes de acolhimento, responsabilizar os agressores e investir em políticas públicas que protejam as mulheres antes que elas precisem recorrer à Justiça.
💚 Enfrentar a violência contra as mulheres é uma responsabilidade coletiva.
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Parabéns, Alba Cuevas! 💚
Hoje celebramos a vida de Alba Cuevas, integrante do Diretório Nacional do Partido Verde em Mato Grosso do Sul.
Que este novo ciclo seja repleto de saúde, alegria, realizações e muitas conquistas. Que sua caminhada continue sendo marcada pelo compromisso com a democracia, a sustentabilidade e a construção de uma sociedade mais justa.
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A violência contra as mulheres também acontece no ambiente digital.
Desde 20 de julho, plataformas digitais passaram a ter novas obrigações para combater conteúdos criminosos e ampliar a proteção dos usuários.
Mais responsabilidade, mais transparência e mais segurança são passos importantes para garantir que os direitos das mulheres sejam respeitados também nas redes. 💚
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A Copa terminou. Mas a reflexão precisa continuar.
Um estudo das economistas Isadora Bousquat Árabe (LSE e FEA-USP) e Paula Carvalho Pereda (FEA-USP) identificou que, após derrotas inesperadas de times favoritos, os registros de violência doméstica aumentam, em média, 6% nas seis horas seguintes ao apito final.
O futebol não é o problema. A violência contra a mulher também não é consequência de um resultado em campo.
A frustração pode funcionar como gatilho para quem já exerce violência, mas a responsabilidade é sempre do agressor.
Nenhuma paixão, rivalidade ou derrota justifica uma agressão.
Enfrentar esse ciclo exige prevenção, informação, acolhimento às vítimas, responsabilização dos autores e políticas públicas que garantam proteção às mulheres.
Violência contra a mulher é crime. Não naturalize. Denuncie.
📞 Em caso de emergência, ligue 190.
📲 Para orientação e apoio, procure a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180.
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Maya Angelou acreditava que a transformação começa quando nos permitimos imaginar novos caminhos e romper com as estruturas que tentam limitar quem podemos ser.
Sua trajetória como escritora, poeta e ativista segue inspirando gerações de mulheres a ocuparem espaços, reivindicarem direitos e acreditarem na força da própria voz.
Neste Julho das Pretas, celebramos mulheres que transformaram pensamento em ação e abriram caminhos para que outras também pudessem seguir em frente. ✊🏿💚
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Nelson Mandela transformou a luta contra o racismo em um símbolo mundial de resistência, justiça e democracia. Seu legado nos lembra que nenhuma sociedade é verdadeiramente livre enquanto direitos e oportunidades continuarem sendo privilégios para poucos.
Essa reflexão também nos convida a olhar para a realidade brasileira. Ampliar a participação de mulheres, especialmente mulheres negras, nos espaços de decisão é fortalecer a democracia, enfrentar desigualdades históricas e garantir que diferentes vozes façam parte da construção das políticas públicas.
Neste Dia Internacional de Nelson Mandela, reafirmamos que igualdade, representatividade e justiça social caminham lado a lado. Porque uma democracia só é completa quando todas as pessoas têm o direito de participar, decidir e transformar.
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Quando falamos sobre creches, estamos falando de muito mais do que educação infantil.
Estamos falando de mulheres que conseguem permanecer no mercado de trabalho, continuar os estudos, ampliar sua renda e construir autonomia. Estamos falando de crianças que têm acesso ao cuidado, ao desenvolvimento e às oportunidades desde os primeiros anos de vida.
Neste Julho das Pretas, reafirmamos que investir na primeira infância também é investir na autonomia das mulheres negras, no combate às desigualdades e na construção de um país mais justo para todas as famílias.
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stão abertas as inscrições para a Rede de Proteção Digital para Comunicadoras Negras (REPCONE) 2026, iniciativa da Rede de Jornalistas Pretos pela Diversidade na Comunicação (Rede JP).
O programa selecionará 30 mulheres da América Latina, entre jornalistas, ativistas, pesquisadoras e lideranças comunitárias, para uma formação gratuita em segurança digital, enfrentamento à desinformação e estratégias de proteção diante da violência política online.
A edição deste ano também contará com o lançamento do LATINAS IA, ferramenta criada para oferecer apoio a mulheres em situação de vulnerabilidade digital.
📌 As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site da Rede JP.
Fonte: Rede JP Comunicação
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A desigualdade econômica no Brasil não afeta todas as pessoas da mesma forma.
O Índice de Justiça Econômica Racial mostra que, mesmo com avanços na renda e na inclusão social, mulheres negras continuam ocupando a base da pirâmide socioeconômica, recebendo, em média, cerca de metade da renda dos homens brancos.
Esse cenário é resultado da sobreposição de desigualdades de raça e gênero, que impactam o acesso ao trabalho formal, à educação, à moradia e às oportunidades de crescimento.
Neste Julho das Pretas, reafirmamos que promover justiça econômica também é enfrentar o racismo estrutural, valorizar o trabalho de cuidado e construir políticas públicas que ampliem a autonomia e os direitos das mulheres negras.
Fonte: Revista Afirmativa
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A violência obstétrica não é apenas uma questão de saúde. Também é uma questão de raça, direitos e justiça social.
Um estudo da pesquisadora Rafaele de Souza Queiroz, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), mostra que mulheres negras têm 62% mais chances de enfrentar um pré-natal inadequado, além de estarem mais expostas à negligência e à desumanização durante a gestação, o parto e o pós-parto.
Essas desigualdades não acontecem por acaso. Elas refletem o racismo estrutural presente também nos serviços de saúde.
Garantir um atendimento humanizado, respeitoso e livre de discriminação é assegurar um direito fundamental de todas as mulheres.
Fonte: A Crítica
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A cultura não é algo distante de nós. Ela é construída todos os dias pelas pessoas, pelas histórias que valorizamos e pelas vozes que escolhemos ouvir.
A reflexão de Chimamanda Ngozi Adichie nos lembra que uma sociedade verdadeiramente democrática só é possível quando todas as mulheres têm espaço para participar, criar, liderar e transformar.
Seguimos reafirmando a importância de reconhecer as contribuições das mulheres negras para a cultura, a política, a ciência e a construção de um Brasil mais justo e plural. ✊🏿💚
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O PV Mulher Indica o filme Medida Provisória.
A obra convida o público a refletir sobre racismo estrutural, memória, democracia e os impactos da exclusão na vida da população negra. Com uma narrativa provocativa, o filme nos faz pensar sobre o presente ao imaginar um futuro distópico que dialoga com desafios ainda enfrentados pela sociedade brasileira.
Mais do que entretenimento, é um convite para refletir sobre direitos, igualdade e o país que queremos construir.
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Conhecer a trajetória de mulheres negras que transformaram o Brasil também é compreender a história dos direitos que conquistamos.
Hoje, contaremos a história de Sueli Carneiro, filósofa, escritora e uma das principais intelectuais brasileiras. Sua atuação foi decisiva para fortalecer o debate sobre racismo, feminismo negro e igualdade, mostrando que não existe justiça social sem enfrentar as desigualdades raciais e de gênero.
Porque conhecer quem abriu caminhos também é fortalecer os passos de quem continua essa caminhada. ✊🏿💚
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