Congresso deve analisar pacote de projetos voltados à proteção e aos direitos das mulheres
A Câmara dos Deputados e o Senado Federal devem analisar nesta terça-feira (10) um conjunto de…
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Projetos de lei em tramitação no Senado Federal pretendem tornar crime a misoginia — termo que…
Levantamento do Instituto Patrícia Galvão em parceria com o Instituto Locomotiva mostra que cresceu o percentual…
A pobreza menstrual ainda impõe barreiras silenciosas a milhares de meninas no Brasil.
Quando mais de 713 mil não têm acesso a banheiro ou chuveiro em casa durante o período menstrual, e mais de 1 milhão não encontram papel higiênico na escola, estamos falando de um problema estrutural.
A falta de condições básicas impacta diretamente a permanência escolar, a saúde e a autoestima. Muitas faltam às aulas. Outras enfrentam constrangimentos que poderiam ser evitados com políticas públicas simples e eficazes.
Pobreza menstrual não se resume à ausência de absorvente. Envolve saneamento, informação, acesso à saúde e compromisso do poder público com a dignidade.
Garantir dignidade menstrual é garantir educação. E garantir educação é promover igualdade. 💚
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Não estamos falando apenas de escolaridade, mas da capacidade de compreender o mundo com pensamento crítico. Entender como a ciência funciona, como as decisões públicas são tomadas e como o conhecimento é construído é o que garante autonomia real.
O analfabetismo científico não é apenas um problema educacional, mas também uma barreira social e política. Quando mulheres não têm acesso à formação crítica, ficam mais vulneráveis à desinformação, à exclusão econômica e à limitação de oportunidades.
Investir em educação científica é fortalecer a democracia, impulsionar o desenvolvimento e ampliar a presença feminina nos espaços de inovação e decisão.
Mais mulheres na ciência significam mais perspectivas, mais soluções e mais futuro.
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Toda vez que uma mulher entende seus direitos, sua história e seu lugar na sociedade, algo muda. O silêncio vira voz. A dúvida vira posicionamento. E a dependência vira autonomia.
Por muito tempo, o conhecimento foi negado às mulheres na política, na economia, na ciência e até sobre seus próprios corpos. Mas quando mulheres têm acesso à informação, elas ocupam espaços, questionam estruturas e transformam realidades.
Neste Dia das Mulheres, a gente lembra: igualdade não nasce do acaso. Ela nasce da consciência.
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Hoje o dia é de celebração para o PV Mulher! 🥳
Celebramos a vida da Aline, responsável por um direcionamento essencial na vida da nossas mulheres políticas. Mais do que uma profissional dedicada, a Aline é uma força que impulsiona nossos ideais com garra e alegria.
Desejamos a você um novo ciclo repleto de saúde, paz e muitas conquistas. Que sua caminhada continue sendo iluminada e cheia de vida! 🌿✨
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A legislação brasileira garante direitos fundamentais às mulheres. A proteção existe no papel.
Mas entre a lei e a realidade ainda há barreiras concretas.
Medo, dependência econômica, falta de informação, dificuldade de acesso à Defensoria Pública e estruturas insuficientes afastam muitas mulheres do sistema de justiça. Não se trata de fragilidade individual, mas de desigualdades estruturais.
Quando o sistema não é acessível, o direito perde efetividade. E quando direitos não alcançam todas, a democracia se enfraquece.
O desafio não está apenas em criar leis, mas em garantir condições reais para que cada mulher possa exercê-las com segurança e dignidade. 💚
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Feliz aniversário, Eliene Viana 🎉
Que este novo ciclo venha com saúde, força e ainda mais conquistas na caminhada política e coletiva. Seguimos juntas, construindo participação, democracia e transformação. 💚✨
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Nem sempre é falta de coragem. É um ciclo psicológico de violência e afeto que confunde, culpa e aprisiona.
O chamado vínculo traumático acontece quando agressões se alternam com pedidos de desculpa, promessas de mudança e momentos de carinho. Essa dinâmica cria dependência emocional e dificulta o rompimento da relação.
Por isso, sair de uma situação de violência nem sempre é simples ou imediato. Julgamento não ajuda. Informação, acolhimento e políticas públicas eficazes, sim.
Violência doméstica é crime. Se você ou alguém que você conhece precisa de apoio:
📞 180 - Central de Atendimento à Mulher
📞 190 - Emergência
Falar sobre isso é proteger vidas. 💚
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O medo da violência sexual faz parte da maioria das mulheres brasileiras. Dados de 2025 do Instituto Patrícia Galvão e do Instituto Locomotiva mostram que 82% das mulheres entrevistadas afirmam ter muito medo de sofrer estupro, um aumento em relação aos anos anteriores.
Quando somadas às que relatam “um pouco de medo”, o número chega a 97%. Entre jovens de 16 a 24 anos, 87% afirmam sentir muito medo. Entre mulheres negras, o percentual atinge 88%.
A pesquisa deixa nítido também que na maioria das vezes, a violência acontece dentro de casa e é cometida por alguém conhecido da vítima. Esse crescimento do medo evidencia a necessidade urgente de fortalecer políticas de prevenção, acolhimento e acesso à justiça.
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Ao ratificar a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher, o Estado brasileiro reconheceu que desigualdade não é acaso. É estrutura e que combatê-la é obrigação pública.
Esse compromisso não é simbólico. Ele exige políticas, orçamento, responsabilização e ação concreta para garantir direitos, proteção e igualdade para todas as mulheres.
Quando o Estado assina, as mulheres acompanham. Quando o Estado promete, as mulheres cobram. Porque democracia de verdade só existe quando os direitos das mulheres são levados a sério todos os dias.
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O documentário escancara uma discussão urgente: o direito das mulheres a um parto respeitoso, seguro e baseado em informação. E não em violências, pressa ou interesses institucionais.
O Renascimento do Parto questiona a medicalização excessiva, a cultura da cesariana sem indicação e as práticas que desconsideram o corpo e a autonomia das mulheres. Falar de parto é falar de saúde pública, de direitos reprodutivos e de dignidade.
🎬 Assistir é um convite à reflexão e à defesa de políticas que coloquem as mulheres no centro das decisões sobre seus próprios corpos.
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É hoje que a gente vira a chave do debate.
No Vamos Mulherando, a conversa é sobre poder, responsabilidade e o papel dos homens na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
🟢 Apresentação: Shirley Torres
🟢 Convidado: Aliel Machado, deputado federal (PV/PR)
Democracia se constrói com diálogo, coragem e compromisso.
▶️ Hoje, às 19h | Canal do PV Mulher no YouTube
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Hoje é dia de celebrar Cláudia Lelis, membra da Executiva do Diretório Nacional e deputada estadual pelo Tocantins.
Que seu novo ciclo seja repleto de saúde, força e ainda mais conquistas na trajetória política, na defesa dos direitos das mulheres e no compromisso com a democracia.
Feliz aniversário! 🎉✨
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Trabalho digno para mulheres é direito, não concessão.
É salário justo, condições seguras, respeito e combate ao assédio.
Na avenida e fora dela, esse é um compromisso que não se negocia. Porque sem dignidade no trabalho, não existe justiça social.
Quesito trabalho digno para mulheres: nota 10.
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É amanhã que a conversa fica séria.
O Vamos Mulherando traz um episódio necessário pra quem acredita que democracia, igualdade e responsabilidade também passam pelo debate sobre masculinidades.
🟢 Com Shirley Torres
🟢 Convidado: Aliel Machado, deputado federal (PV/PR)
Não é sobre discurso vazio. É sobre compromisso político.
▶️ Amanhã, às 19h
No YouTube do PV Mulher
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O voto de uma mulher muda a história. Ele não foi dado, foi conquistado.
Em 1932, mulheres brasileiras romperam barreiras legais e sociais para garantir o direito de votar. Um passo fundamental para a construção da cidadania feminina e da democracia do país.
Desde então, cada voto carrega a memória dessa luta e reafirma que mulheres não apenas participam da política: elas transformam o rumo da história.
Votar é um direito! ✊🏽💚
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O que significa, afinal, ser “homem o suficiente” em uma sociedade marcada por desigualdades de gênero?
Neste episódio do Vamos Mulherando, a conversa vira o jogo: falamos sobre masculinidades, responsabilidade política, democracia e o papel dos homens na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
🎙️ Com Shirley Torres, Secretária Nacional do PV Mulher
🗣️ Convidado: Aliel Machado, Deputado Federal pelo Paraná
Um diálogo necessário, direto e sem atalhos.
Em breve no canal do PV Mulher no YouTube.
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No carnaval e na vida, a democracia é o que garante voz, direitos e liberdade.
É ela que protege a diversidade, o respeito e a convivência nas ruas, nos blocos e em todos os espaços.
Defender a democracia é garantir que todo mundo possa existir, celebrar e ocupar a avenida com dignidade.
🎭✨ Democracia passa na avenida. Nota 10.
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Hoje a frase de Judith Butler nos lembra que não existe liberdade real enquanto ela for privilégio de poucas.
Não há emancipação possível sem enfrentar as desigualdades de gênero, raça,classe e sexualidade que estruturam a sociedade. Toda luta por direitos que ignora a igualdade acaba reforçando hierarquias.
Liberdade que não é coletiva vira concessão. E a democracia que não é igualitária segue incompleta.
Seguimos lutando por uma liberdade que inclua todas as mulheres. ✊🏽💚
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Maame fala sobre expectativas que não escolhemos, responsabilidades que nos atravessam cedo demais e o peso de ser mulher em um mundo que cobra maturidade, cuidado e silêncio como se fossem naturais.
A história acompanha uma mulher negra tentando existir entre o dever, a culpa e o desejo de autonomia. Um retrato potente das pressões sociais, familiares e raciais que moldam trajetórias femininas.
Essa leitura é essencial porque nos lembra: não é fraqueza sentir cansaço. É estrutura.
Ler Maame é reconhecer que o pessoal segue sendo político e que liberdade também passa pelo direito de dizer “não”.
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Hoje é dia de celebrar Sandra Gama, integrante do Diretório Nacional de São Paulo.
Que este novo ano de vida venha com saúde, conquistas e ainda mais força para seguir contribuindo com a luta política, a organização partidária e a construção de uma sociedade mais justa e democrática.
Feliz aniversário! 🎉✨
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