Debate aponta urgência no combate à violência de gênero no ambiente digital
A Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher promoveu, na quarta-feira (16), um…
A Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher promoveu, na quarta-feira (16), um…
A Central de Atendimento à Mulher — Ligue 180 — ultrapassou a marca de 1 milhão…
Lideranças negras e indígenas ocuparam espaço de destaque em um dos principais centros acadêmicos do mundo…
A violência contra mulheres não começa no hospital, mas, muitas vezes, é lá que ela se torna visível.
Dados mostram um padrão que não pode ser ignorado: a violência tem rosto, tem contexto e se repete todos os dias.
Quando 900 mulheres são atendidas diariamente, vítimas de violência, não estamos falando de casos isolados. Estamos falando de um problema estrutural.
Enfrentar a violência contra mulheres é responsabilidade de toda a sociedade.
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Uma história que atravessa silêncios, memórias e identidades para nos lembrar que nomes carregam histórias e também disputas de poder.
Em Os Nomes, Florence Knapp constrói uma narrativa sensível sobre pertencimento, herança e as marcas que o passado deixa no presente. É um livro sobre quem somos, sobre as mulheres que vieram antes de nós e sobre como reconstruímos nossa própria voz.
Porque nomear é reconhecer. E reconhecer é um ato político. 💚
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A crise climática não é neutra e os números mostram isso.
Enquanto os impactos ambientais avançam, são as mulheres, especialmente as mais vulnerabilizadas, que enfrentam as maiores consequências: mais sobrecarga, mais insegurança alimentar, mais pobreza.
Segundo dados internacionais, até 2050, milhões de mulheres podem ser empurradas para a pobreza por causa das mudanças climáticas. Isso revela uma realidade que não pode mais ser ignorada: meio ambiente também é sobre desigualdade.
Falar de sustentabilidade sem olhar para gênero é deixar uma parte da população ainda mais exposta.
Por isso, quando defendemos políticas ambientais, também estamos falando de justiça social, de dignidade e de garantir que nenhuma mulher fique para trás.
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Hoje é dia de celebrar a vida de Christiane Chaves 💜
Que este novo ciclo venha com ainda mais força, sabedoria e caminhos abertos para seguir transformando realidades com compromisso e propósito.
Parabéns!
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Ler é muito mais do que imaginar histórias. 📚✨
É na infância que muitas meninas começam a entender quem pode ser, e, por muito tempo, disseram a elas quais espaços podiam ou não ocupar.
Por isso, incentivar a leitura também é um ato político.
Quando uma menina lê sobre outras mulheres, sobre coragem, sobre ocupar espaços e sobre lutar por direitos, ela passa a se enxergar de outra forma no mundo.
As histórias que apresentamos na infância ajudam a formar mulheres mais livres, críticas e conscientes.
Neste Dia Nacional do Livro Infantil, reforçamos: formar leitoras é também formar futuras protagonistas da própria história.
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Por trás do alimento que chega à nossa mesa, existe trabalho, resistência e luta.
As mulheres camponesas estão na linha de frente da produção de alimentos, mas ainda enfrentam desigualdade no acesso à terra, às políticas públicas e aos seus direitos.
Falar de luta camponesa é falar de justiça social, de território e de quem sustenta a vida todos os dias.
Essa data é um lembrete: quem alimenta o país também precisa ser reconhecida, protegida e ouvida.
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Levar vacina aos territórios indígenas é garantir mais do que saúde. É garantir acesso, dignidade e proteção para comunidades inteiras.
E, nesse cenário, são as mulheres indígenas que estão no centro desse cuidado: liderando, orientando, protegendo suas famílias e seus territórios.
Mas a realidade ainda impõe barreiras. Em muitas regiões, o acesso à saúde básica segue sendo um desafio diário.
Falar de imunização também é falar de justiça social, de território e do direito das mulheres de viver com saúde, segurança e respeito.
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Hoje é dia de celebrar a vida de Marivaine Alencastro. 💚
Uma mulher comprometida com a construção de uma política mais justa, representativa e transformadora.
Desejamos um novo ciclo de muitas conquistas, força e inspiração na luta por mais direitos e igualdade.
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Um estudo brasileiro revelou que mulheres que sofreram violência sexual têm 74% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares.
A pesquisa, baseada em dados da Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE, aponta que os impactos da violência vão além do trauma psicológico, afetando diretamente a saúde física das vítimas.
Entre os principais efeitos identificados estão o aumento de casos de infarto e arritmias. O estudo também indica que fatores como ansiedade, depressão e estresse crônico contribuem para esse agravamento, além de possíveis mudanças no estilo de vida após a violência.
No Brasil, mais de 8% das mulheres relatam já ter sofrido violência sexual ao longo da vida, um problema grave de saúde pública que segue subnotificado.
Os dados reforçam que o enfrentamento à violência contra a mulher também é uma questão de saúde, exigindo políticas públicas integradas de proteção, acolhimento e cuidado.
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Avanços importantes no combate à violência contra as mulheres!
Novas leis foram publicadas no Brasil, ampliando medidas de proteção, prevenção e enfrentamento à violência de gênero. São passos fundamentais para garantir mais segurança, dignidade e justiça para todas.
No PV Mulher, acompanhamos e defendemos cada conquista que fortalece a vida das mulheres — porque sabemos que combater a violência é um compromisso coletivo e urgente.
Fonte da Informação: Agência Brasil
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Hoje tem Vamos Mulherando
Um encontro para refletir sobre o que ainda tentam nos negar: o direito de existir, ocupar e ser reconhecida como suficiente.
📺 Ao vivo, às 19h, no canal do PV Mulher no YouTube
Não fica de fora dessa conversa. 💜
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Novas vozes, novas histórias e mais força para transformar.
O PV Mulher apresenta o Raio-X das novas filiadas do Partido Verde — mulheres que chegam para somar, trazendo trajetórias, ideias e propostas que impactam diretamente a vida das pessoas. São lideranças que fortalecem a política com olhar sensível, compromisso social e atuação concreta em temas como cuidado, proteção, educação e bem-estar.
Siga nos acompanhando nossas redes e venha com a gente fortalecer essa mudança.
#PVMulher #PartidoVerde #MulheresNaPolítica #NovasFiliadas #PolíticaComPropósito MaisMulheresNaPolítica
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É amanhã!
O próximo episódio do Vamos Mulherando chega com um tema necessário: “Mulheres o suficiente”.
Uma conversa sobre presença, reconhecimento e o direito de ocupar todos os espaço.
🗓 Amanhã
⏰ 19h
📺 No canal do PV Mulher no YouTube
Ativa o lembrete e vem com a gente. Essa conversa é pra você
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Uma nova mudança na Lei Maria da Penha passa a garantir mais proteção às mulheres vítimas de violência no Brasil.
A nova lei elimina a obrigatoriedade de audiências em que a vítima precisava confirmar se queria dar continuidade ao processo contra o agressor. A partir de agora, esse procedimento só acontecerá caso a própria mulher manifeste o desejo de desistir da denúncia.
Na prática, a medida evita que mulheres sejam expostas a situações de constrangimento e desgaste emocional, além de impedir que sejam pressionadas a recuar.
A mudança também corrige uma distorção comum no sistema de Justiça, em que audiências eram marcadas automaticamente, mesmo sem pedido da vítima.
Com isso, o silêncio deixa de ser interpretado como dúvida e passa a ser reconhecido como decisão de seguir com o processo.
A nova regra fortalece o enfrentamento à violência contra a mulher e busca garantir que o sistema de Justiça atue sem revitimizar quem já sofreu violência.
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Mulheres jornalistas estão cada vez mais expostas à violência online.
Segundo estudos da UNESCO, esses ataques não acontecem por acaso, eles fazem parte de estratégias organizadas que combinam desinformação, misoginia e intimidação.
A violência digital contra jornalistas mulheres:
- é coordenada e acontece em múltiplas plataformas
- aumenta quando elas cobrem política, direitos humanos e desinformação
- utiliza ataques misóginos para desacreditar o trabalho jornalístico
Além disso, atores políticos e redes organizadas têm papel direto na amplificação desses ataques, criando campanhas que ultrapassam o ambiente digital e podem gerar impactos reais, como adoecimento mental, autocensura e abandono da profissão.
Não se trata apenas de violência individual. É uma tentativa de silenciar vozes, enfraquecer o jornalismo e comprometer o acesso à informação.
Defender mulheres jornalistas é defender a liberdade de expressão e a democracia.
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Tem conversa importante chegando!
E ela começa de um lugar essencial: nós.
No próximo episódio do Vamos Mulherando, vamos debater o tema "Mulheres O Suficiente". Esse episódio abordará sobre presença, reconhecimento e o direito de ocupar todos os espaços.
Nossa secretária de mulheres, Shirley Torres, terá uma conversa enriquecedora com Josy Kreissl e Vera Motta.
🗓 10 de Abril
⏰ 19h
📺 No canal do PV Mulher no Youtube
Vem com a gente acompanhar esse diálogo!
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Desacreditar mulheres sempre foi uma estratégia de poder.
Quando uma mulher duvida de si, ela ocupa menos espaço, questiona menos e enfrenta mais barreiras para existir plenamente.
Reivindicar a própria voz, a própria capacidade e o próprio lugar não é só um processo individual, é um ato político.
Porque mulheres que reconhecem sua força também transformam estruturas.
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A Páscoa é tempo de renovação.
Que esse momento também nos inspire a seguir construindo caminhos com mais justiça, cuidado e dignidade para todas.
Feliz Páscoa 💜
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A indicação de hoje é a série Inacreditável.
Baseada em uma história real, a trama expõe como a falta de escuta, o julgamento e a descredibilização podem agravar ainda mais a violência contra mulheres.
Mais do que uma investigação, a série mostra a importância de acreditar, acolher e garantir que vítimas sejam tratadas com respeito e dignidade.
📺 Assistir também é refletir.
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O Dia Mundial da Conscientização do Autismo é um convite à informação, ao respeito e à inclusão.
Ainda hoje, o preconceito e a desinformação dificultam o acesso a direitos e o convívio social de pessoas autistas.
Falar sobre o tema é um passo essencial para construir uma sociedade mais justa, acolhedora e consciente.
Conscientizar é incluir.
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