Denúncias de violência digital contra mulheres aumentam 188% em 2026
Registros feitos pelo Ligue 180 apontam crescimento expressivo de casos envolvendo perseguição virtual, exposição de imagens…
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Mulheres quilombolas relatam perdas na agricultura, impactos sobre a segurança alimentar e defendem a regularização dos…
O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (2), um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) que revoga uma…
As mulheres brasileiras seguem avançando nos espaços de decisão. Hoje, elas ocupam 32,2% dos cargos de liderança no país, colocando o Brasil à frente de diversas potências globais em participação feminina na gestão.
Mas esse avanço convive com uma realidade que revela os limites da igualdade dentro das organizações: quase 95% das profissionais relatam nunca ter sido promovidas durante a gravidez ou a licença-maternidade.
Os dados mostram que o desafio já não é apenas chegar à liderança. É garantir que a maternidade deixe de ser tratada como obstáculo para o crescimento profissional.
Quando uma mulher é obrigada a escolher entre carreira e maternidade, não estamos diante de uma decisão individual. Estamos diante de uma barreira estrutural.
Reconhecer o trabalho do cuidado, ampliar redes de apoio e enfrentar vieses que penalizam mães no ambiente corporativo são passos fundamentais para construir relações de trabalho mais justas.
Porque igualdade não é apenas abrir a porta da liderança. É garantir que nenhuma mulher precise deixar parte de si do lado de fora para entrar.
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A ampliação para um ano do prazo para denúncia em casos de violência doméstica representa mais do que uma mudança na legislação. Ela reconhece uma realidade que milhares de mulheres vivem todos os dias.
A violência doméstica não produz apenas marcas físicas. Ela gera medo, dependência econômica, isolamento, insegurança e sofrimento emocional. Por isso, muitas vítimas não conseguem denunciar imediatamente.
Romper o ciclo da violência é um processo. E cada mulher tem seu próprio tempo para compreender a situação, buscar apoio e reunir condições para denunciar.
Ao ampliar o prazo para a formalização da denúncia, a lei dá um passo importante para aproximar a justiça da realidade vivida pelas mulheres.
Essa é uma conquista no enfrentamento à violência de gênero e reforça a importância de políticas públicas que garantam proteção, acolhimento e autonomia.
Porque o tempo da sobrevivência nem sempre é o mesmo tempo da lei.
💚 Pelo direito de viver sem violência.
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🥇💚 Parabéns às nossas ginastas!
Celebramos mais uma conquista histórica do esporte brasileiro.
Rebeca Andrade brilhou mais uma vez ao conquistar a medalha de ouro no salto, reafirmando sua posição entre as maiores atletas da história do país.
Também parabenizamos toda a Seleção Brasileira Feminina de Ginástica Artística pela medalha de prata na competição por equipes, resultado que demonstra talento, dedicação e trabalho coletivo.
E o destaque vai ainda para Thais Fidelis, que voltou ao pódio ao conquistar a medalha de bronze na trave, somando mais uma importante conquista à sua trajetória.
O sucesso dessas atletas inspira meninas e mulheres de todo o Brasil, mostrando que investimento, oportunidade e incentivo ao esporte transformam vidas.
Parabéns, campeãs! 🇧🇷✨
#GinásticaArtística #MulheresNoEsporte #OrgulhoBrasileiro
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Hoje é dia de celebrar a vida de Andréia Tavares, integrante do Diretório Nacional pela Paraíba! 💚
Que sua caminhada continue sendo marcada pelo compromisso, pela dedicação e pela luta em defesa da participação das mulheres e da construção de uma sociedade mais justa e sustentável.
Receba o carinho e os votos de toda a família PV Mulher. Feliz aniversário, Andréia! 🎉✨
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Mais do que uma data, este é um convite à reflexão sobre o papel da educação na construção de uma sociedade mais justa, democrática e igualitária.
Uma educação não sexista é aquela que amplia horizontes, combate estereótipos e garante que meninas e meninos possam desenvolver seus talentos, sonhos e projetos de vida sem limitações impostas pelo gênero.
Defender uma educação livre de discriminação é defender o direito de cada pessoa aprender, crescer e ocupar seu lugar no mundo com dignidade.
💚 Por uma educação que liberta, inclui e transforma.
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Nos últimos cinco anos, o Brasil reconheceu cerca de 165 mil pessoas refugiadas.
Entre elas, 25% são crianças e adolescentes.
O deslocamento forçado não afeta apenas indivíduos, mas sim famílias inteiras, comunidades e gerações.
Quando as pessoas são obrigadas a deixar seu país, ela perde vínculos, segurança e a estabilidade necessária para reconstruir o futuro.
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Emn 2024, a ONU registrou mais de 4.600 casos de violência sexual em contextos de conflito.
No Dia Internacional para a Eliminação da Violência Sexual em Conflitos, lembramos que a violência sexual continua sendo utilizada como instrumento de dominação, intimidação e controle em diferentes partes do mundo.
Combater essa realidade também é defender democracia, direitos humanos e justiça para mulheres e meninas.
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Mulheres e pessoas negras seguem sub-representadas nos cargos de liderança do setor público federal.
O dado revela uma questão que vai além da ocupação de cargos: fala sobre quem participa da construção das políticas públicas e de quais experiências estão presentes nos espaços de decisão.
Uma democracia mais representativa não se constrói apenas nas urnas. Ela também depende da diversidade de vozes, trajetórias e perspectivas em posições de liderança.
💚 Avançar na igualdade de gênero e racial significa enfrentar barreiras históricas que ainda limitam o acesso ao poder e garantir que os espaços de decisão reflitam, de fato, a sociedade brasileira.
Os dados são do estudo As Várias Faces da Burocracia Dirigente: Perfil da Alta Liderança na Administração Federal Brasileira (1999–2025).
Fonte: Opinião Em Pauta
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A crise climática não é uma ameaça distante. Ela já impacta a vida de milhares de pessoas em todo o país.
Uma pesquisa da FGV revelou que a seca extrema que atingiu a Amazônia entre 2023 e 2024 provocou insegurança alimentar, perda de renda, isolamento de comunidades e agravamento de problemas de saúde. Entre os grupos mais afetados estão mulheres indígenas e de comunidades tradicionais, que enfrentaram também o aumento da sobrecarga dos cuidados e mais dificuldades para acessar serviços essenciais.
Esses impactos mostram que a crise climática vai além das questões ambientais. Ela aprofunda desigualdades já existentes e afeta diretamente direitos fundamentais como alimentação, saúde, mobilidade e dignidade.
Falar de justiça climática é também falar de justiça social, proteção dos territórios e da vida das mulheres.
🌱 Não existe futuro sustentável sem enfrentar as desigualdades que a crise climática evidência.
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A violência contra pessoas idosas pode se manifestar por meio da negligência, do abandono, da humilhação, do isolamento, da violência psicológica e da exploração financeira.
Dados oficiais mostram que essas formas de violência são mais frequentes do que as agressões físicas e, muitas vezes, acontecem dentro da própria casa, praticadas por pessoas próximas.
Neste Junho Violeta, reforçamos a importância de proteger, respeitar e garantir dignidade às pessoas idosas.
Envelhecer é um direito. Viver sem violência também.
📞 Denúncias de violações de direitos humanos: Disque 100.
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📚 Nesta semana, nossa indicação é Ideias para Adiar o Fim do Mundo, de Ailton Krenak.
A obra nos convida a refletir sobre a relação entre sociedade, natureza e os modelos de desenvolvimento que colocam em risco não apenas o meio ambiente, mas também a vida coletiva.
Em tempos de emergência climática, pensar sustentabilidade também é pensar justiça social, democracia e o futuro das próximas gerações.
Uma leitura necessária para quem acredita que outro mundo é possível. 💚
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No Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil, é importante lembrar que infância não é lugar de exploração.
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) garante que crianças e adolescentes têm direito à educação, ao lazer, à convivência familiar, à proteção e ao desenvolvimento pleno.
Ainda assim, milhares de crianças continuam sendo privadas desses direitos e inseridas precocemente no mundo do trabalho, muitas vezes em atividades perigosas e prejudiciais ao seu desenvolvimento.
Combater o trabalho infantil é defender o direito delas.
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📖 Você sabe como funciona o voto proporcional?
Esse é o sistema utilizado nas eleições para vereadoras, deputadas estaduais e deputadas federais no Brasil.
Nele, os votos recebidos pelos candidatos também contribuem para a votação total do partido ou federação, ajudando a definir quantas cadeiras cada grupo terá direito a ocupar.
Entender como funciona o sistema eleitoral é fundamental para fortalecer a participação cidadã e a democracia.
💚 Informação também é uma ferramenta de transformação política.
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🔎 Em nosso Raio-X, conheça a trajetória de Claudia Lelis, deputada estadual do Tocantins e uma das lideranças do PV comprometidas com a construção de políticas públicas que transformam vidas.
Ao longo de seu mandato, Claudia tem atuado em pautas voltadas à autonomia econômica das mulheres, à inclusão de pessoas com deficiência, à saúde feminina e ao combate à violência e ao assédio.
São iniciativas que mostram como a política pode gerar mudanças concretas quando está conectada às necessidades da população.
Arraste para conhecer alguns dos projetos que ajudam a construir um Tocantins mais inclusivo, seguro e igualitário. 💚
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Mais de 500 mulheres quilombolas de todo o Brasil se reúnem, a partir desta terça-feira (10), em Brasília para debater justiça climática, direitos humanos, democracia e proteção dos territórios tradicionais.
O encontro marca os 30 anos da CONAQ e reforça o papel fundamental das mulheres quilombolas na defesa da vida, da memória, da cultura e do meio ambiente.
Quando falamos de democracia, também falamos de garantir voz e participação para quem protege territórios, preserva saberes ancestrais e constrói resistência todos os dias.
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📊 Mesmo com a melhora dos indicadores do mercado de trabalho, as desigualdades raciais e de gênero continuam marcando a realidade de milhões de brasileiras.
Um estudo da Rede MUDE com Elas e do Ceert mostra que mulheres negras seguem registrando os maiores índices de desemprego, informalidade e desalento no país. Entre jovens de 25 a 29 anos, a taxa de desocupação é quase três vezes maior que a observada entre homens brancos.
Os dados reforçam uma realidade que não pode ser ignorada: crescimento econômico, sozinho, não elimina desigualdades estruturais.
Garantir trabalho digno, autonomia econômica e oportunidades para mulheres negras também é promover justiça social.
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As mulheres estão presentes em todos os espaços da sociedade. Lideram famílias, empresas, projetos, comunidades e transformam realidades todos os dias.
Mas quando o assunto é política, a representação feminina ainda está longe de refletir a presença e a contribuição das mulheres na construção do país.
Fortalecer a participação das mulheres nos espaços de decisão é ampliar vozes, experiências e perspectivas essenciais para uma democracia mais representativa e plural.
#MaisMulheresNaPolítica #ParticipaçãoFeminina #Representatividade #PVMulher
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Ao escrever essa frase, Rosa Luxemburgo nos convida a refletir sobre um dos grandes desafios da vida em sociedade: construir igualdade sem apagar as diferenças.
Uma sociedade democrática não é aquela em que todas as pessoas vivem da mesma forma, mas aquela em que gênero, raça, origem, religião ou condição social não determinam quem terá mais direitos, oportunidades ou dignidade.
Defender a igualdade é combater desigualdades estruturais. Defender a liberdade é garantir que cada pessoa possa existir, participar e ocupar espaços sem discriminação.
Mais de um século depois, essa reflexão continua atual e necessária.
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Durante muito tempo, a violência contra a mulher foi tratada como um problema privado, restrito ao ambiente doméstico.
Em 9 de junho de 1994, a Convenção de Belém do Pará mudou essa compreensão ao reconhecer, pela primeira vez em um tratado internacional, que a violência contra a mulher é uma violação dos direitos humanos e das liberdades fundamentais.
Mais do que um marco jurídico, a Convenção reafirmou que mulheres têm o direito de viver sem violência e que os Estados têm a responsabilidade de prevenir, punir e erradicar todas as formas de agressão.
Porque violência contra a mulher tem nome: violação de direitos humanos.
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Quando falamos sobre mudanças climáticas, também estamos falando sobre desigualdade.
Mulheres estão entre as mais afetadas pelos impactos da crise ambiental em todo o mundo. Por isso, justiça climática e igualdade de gênero caminham juntas.
Neste 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, reforçamos que proteger a natureza também é proteger vidas.
🌎 Defender o meio ambiente é defender as mulheres.
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