Debate aponta urgência no combate à violência de gênero no ambiente digital
A Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher promoveu, na quarta-feira (16), um…
A Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher promoveu, na quarta-feira (16), um…
A Central de Atendimento à Mulher — Ligue 180 — ultrapassou a marca de 1 milhão…
Lideranças negras e indígenas ocuparam espaço de destaque em um dos principais centros acadêmicos do mundo…
A liberdade das mulheres nunca foi naturalizada, ela sempre foi disputada.
Ao longo da história, estruturas sociais, culturais e políticas tentaram definir o que mulheres podem ser, como devem agir e até onde podem chegar. Não por acaso, autonomia, voz e independência ainda são, em muitos contextos, vistas como ameaça.
Quando uma mulher decide por si, ocupa espaços de poder ou rompe com padrões impostos, ela não está apenas fazendo escolhas individuais, ela está confrontando um sistema que historicamente limitou sua experiência.
Por isso, liberdade não é um conceito abstrato. É sobre acesso a direitos, participação política, segurança, dignidade e possibilidade real de escolha.
E enquanto essas condições não forem garantidas para todas, a liberdade seguirá sendo um projeto em construção.
Defender a liberdade das mulheres é, antes de tudo, defender a democracia. 💜
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Hoje celebramos a vida da Fernanda Vaz!
Que este novo ciclo seja marcado por ainda mais força, coragem e conquistas na luta por mais direitos, igualdade e representatividade para as mulheres. Sua trajetória inspira e fortalece o nosso coletivo todos os dias.
Feliz aniversário! 🎉✨
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A violência contra mulheres não começa no hospital, mas, muitas vezes, é lá que ela se torna visível.
Dados mostram um padrão que não pode ser ignorado: a violência tem rosto, tem contexto e se repete todos os dias.
Quando 900 mulheres são atendidas diariamente, vítimas de violência, não estamos falando de casos isolados. Estamos falando de um problema estrutural.
Enfrentar a violência contra mulheres é responsabilidade de toda a sociedade.
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Uma história que atravessa silêncios, memórias e identidades para nos lembrar que nomes carregam histórias e também disputas de poder.
Em Os Nomes, Florence Knapp constrói uma narrativa sensível sobre pertencimento, herança e as marcas que o passado deixa no presente. É um livro sobre quem somos, sobre as mulheres que vieram antes de nós e sobre como reconstruímos nossa própria voz.
Porque nomear é reconhecer. E reconhecer é um ato político. 💚
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A crise climática não é neutra e os números mostram isso.
Enquanto os impactos ambientais avançam, são as mulheres, especialmente as mais vulnerabilizadas, que enfrentam as maiores consequências: mais sobrecarga, mais insegurança alimentar, mais pobreza.
Segundo dados internacionais, até 2050, milhões de mulheres podem ser empurradas para a pobreza por causa das mudanças climáticas. Isso revela uma realidade que não pode mais ser ignorada: meio ambiente também é sobre desigualdade.
Falar de sustentabilidade sem olhar para gênero é deixar uma parte da população ainda mais exposta.
Por isso, quando defendemos políticas ambientais, também estamos falando de justiça social, de dignidade e de garantir que nenhuma mulher fique para trás.
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Hoje é dia de celebrar a vida de Christiane Chaves 💜
Que este novo ciclo venha com ainda mais força, sabedoria e caminhos abertos para seguir transformando realidades com compromisso e propósito.
Parabéns!
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Ler é muito mais do que imaginar histórias. 📚✨
É na infância que muitas meninas começam a entender quem pode ser, e, por muito tempo, disseram a elas quais espaços podiam ou não ocupar.
Por isso, incentivar a leitura também é um ato político.
Quando uma menina lê sobre outras mulheres, sobre coragem, sobre ocupar espaços e sobre lutar por direitos, ela passa a se enxergar de outra forma no mundo.
As histórias que apresentamos na infância ajudam a formar mulheres mais livres, críticas e conscientes.
Neste Dia Nacional do Livro Infantil, reforçamos: formar leitoras é também formar futuras protagonistas da própria história.
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Por trás do alimento que chega à nossa mesa, existe trabalho, resistência e luta.
As mulheres camponesas estão na linha de frente da produção de alimentos, mas ainda enfrentam desigualdade no acesso à terra, às políticas públicas e aos seus direitos.
Falar de luta camponesa é falar de justiça social, de território e de quem sustenta a vida todos os dias.
Essa data é um lembrete: quem alimenta o país também precisa ser reconhecida, protegida e ouvida.
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Levar vacina aos territórios indígenas é garantir mais do que saúde. É garantir acesso, dignidade e proteção para comunidades inteiras.
E, nesse cenário, são as mulheres indígenas que estão no centro desse cuidado: liderando, orientando, protegendo suas famílias e seus territórios.
Mas a realidade ainda impõe barreiras. Em muitas regiões, o acesso à saúde básica segue sendo um desafio diário.
Falar de imunização também é falar de justiça social, de território e do direito das mulheres de viver com saúde, segurança e respeito.
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Hoje é dia de celebrar a vida de Marivaine Alencastro. 💚
Uma mulher comprometida com a construção de uma política mais justa, representativa e transformadora.
Desejamos um novo ciclo de muitas conquistas, força e inspiração na luta por mais direitos e igualdade.
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Um estudo brasileiro revelou que mulheres que sofreram violência sexual têm 74% mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares.
A pesquisa, baseada em dados da Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE, aponta que os impactos da violência vão além do trauma psicológico, afetando diretamente a saúde física das vítimas.
Entre os principais efeitos identificados estão o aumento de casos de infarto e arritmias. O estudo também indica que fatores como ansiedade, depressão e estresse crônico contribuem para esse agravamento, além de possíveis mudanças no estilo de vida após a violência.
No Brasil, mais de 8% das mulheres relatam já ter sofrido violência sexual ao longo da vida, um problema grave de saúde pública que segue subnotificado.
Os dados reforçam que o enfrentamento à violência contra a mulher também é uma questão de saúde, exigindo políticas públicas integradas de proteção, acolhimento e cuidado.
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Avanços importantes no combate à violência contra as mulheres!
Novas leis foram publicadas no Brasil, ampliando medidas de proteção, prevenção e enfrentamento à violência de gênero. São passos fundamentais para garantir mais segurança, dignidade e justiça para todas.
No PV Mulher, acompanhamos e defendemos cada conquista que fortalece a vida das mulheres — porque sabemos que combater a violência é um compromisso coletivo e urgente.
Fonte da Informação: Agência Brasil
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Hoje tem Vamos Mulherando
Um encontro para refletir sobre o que ainda tentam nos negar: o direito de existir, ocupar e ser reconhecida como suficiente.
📺 Ao vivo, às 19h, no canal do PV Mulher no YouTube
Não fica de fora dessa conversa. 💜
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Novas vozes, novas histórias e mais força para transformar.
O PV Mulher apresenta o Raio-X das novas filiadas do Partido Verde — mulheres que chegam para somar, trazendo trajetórias, ideias e propostas que impactam diretamente a vida das pessoas. São lideranças que fortalecem a política com olhar sensível, compromisso social e atuação concreta em temas como cuidado, proteção, educação e bem-estar.
Siga nos acompanhando nossas redes e venha com a gente fortalecer essa mudança.
#PVMulher #PartidoVerde #MulheresNaPolítica #NovasFiliadas #PolíticaComPropósito MaisMulheresNaPolítica
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É amanhã!
O próximo episódio do Vamos Mulherando chega com um tema necessário: “Mulheres o suficiente”.
Uma conversa sobre presença, reconhecimento e o direito de ocupar todos os espaço.
🗓 Amanhã
⏰ 19h
📺 No canal do PV Mulher no YouTube
Ativa o lembrete e vem com a gente. Essa conversa é pra você
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Uma nova mudança na Lei Maria da Penha passa a garantir mais proteção às mulheres vítimas de violência no Brasil.
A nova lei elimina a obrigatoriedade de audiências em que a vítima precisava confirmar se queria dar continuidade ao processo contra o agressor. A partir de agora, esse procedimento só acontecerá caso a própria mulher manifeste o desejo de desistir da denúncia.
Na prática, a medida evita que mulheres sejam expostas a situações de constrangimento e desgaste emocional, além de impedir que sejam pressionadas a recuar.
A mudança também corrige uma distorção comum no sistema de Justiça, em que audiências eram marcadas automaticamente, mesmo sem pedido da vítima.
Com isso, o silêncio deixa de ser interpretado como dúvida e passa a ser reconhecido como decisão de seguir com o processo.
A nova regra fortalece o enfrentamento à violência contra a mulher e busca garantir que o sistema de Justiça atue sem revitimizar quem já sofreu violência.
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Mulheres jornalistas estão cada vez mais expostas à violência online.
Segundo estudos da UNESCO, esses ataques não acontecem por acaso, eles fazem parte de estratégias organizadas que combinam desinformação, misoginia e intimidação.
A violência digital contra jornalistas mulheres:
- é coordenada e acontece em múltiplas plataformas
- aumenta quando elas cobrem política, direitos humanos e desinformação
- utiliza ataques misóginos para desacreditar o trabalho jornalístico
Além disso, atores políticos e redes organizadas têm papel direto na amplificação desses ataques, criando campanhas que ultrapassam o ambiente digital e podem gerar impactos reais, como adoecimento mental, autocensura e abandono da profissão.
Não se trata apenas de violência individual. É uma tentativa de silenciar vozes, enfraquecer o jornalismo e comprometer o acesso à informação.
Defender mulheres jornalistas é defender a liberdade de expressão e a democracia.
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Tem conversa importante chegando!
E ela começa de um lugar essencial: nós.
No próximo episódio do Vamos Mulherando, vamos debater o tema "Mulheres O Suficiente". Esse episódio abordará sobre presença, reconhecimento e o direito de ocupar todos os espaços.
Nossa secretária de mulheres, Shirley Torres, terá uma conversa enriquecedora com Josy Kreissl e Vera Motta.
🗓 10 de Abril
⏰ 19h
📺 No canal do PV Mulher no Youtube
Vem com a gente acompanhar esse diálogo!
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Desacreditar mulheres sempre foi uma estratégia de poder.
Quando uma mulher duvida de si, ela ocupa menos espaço, questiona menos e enfrenta mais barreiras para existir plenamente.
Reivindicar a própria voz, a própria capacidade e o próprio lugar não é só um processo individual, é um ato político.
Porque mulheres que reconhecem sua força também transformam estruturas.
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A Páscoa é tempo de renovação.
Que esse momento também nos inspire a seguir construindo caminhos com mais justiça, cuidado e dignidade para todas.
Feliz Páscoa 💜
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