STF inicia julgamento sobre lei da igualdade salarial entre homens e mulheres
O Supremo Tribunal Federal começou a analisar nesta quarta-feira (13) a constitucionalidade da lei que garante…
O Supremo Tribunal Federal começou a analisar nesta quarta-feira (13) a constitucionalidade da lei que garante…
Um levantamento do Observatório Lupa aponta que o Projeto de Lei da Misoginia virou alvo de…
A ministra Cármen Lúcia participou, nesta quinta-feira (7), de sua última sessão à frente da presidência…
Mais do que uma série, O Conto da Aia é um alerta sobre o que acontece quando direitos, liberdades e autonomia das mulheres são retirados.
A obra apresenta uma sociedade autoritária em que mulheres passam a existir apenas sob controle, silêncio e servidão, perdendo o direito sobre seus próprios corpos, escolhas e vidas.
Mesmo sendo uma ficção distópica, a série provoca reflexões importantes sobre democracia, violência de gênero, extremismo e os impactos da retirada de direitos.
Assistir também é refletir sobre a importância de proteger conquistas históricas das mulheres e seguir fortalecendo a luta por liberdade, igualdade e participação.
📺 Disponível em plataformas de streaming.
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A desinformação atrasa debates urgentes!
O feminicídio não é narrativa ou exagero: é uma violência real, marcada pelo gênero, que continua tirando a vida de milhares de mulheres no Brasil.
Quando informações sem contexto ou sem fonte são usadas para minimizar essa realidade, o debate público se afasta da construção de políticas que protejam mulheres e enfrentem a violência de forma séria.
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Antes de tudo, política também é sobre transformar a vida das pessoas no dia a dia.
Hoje, apresentamos a quem não conhece, a vereadora Profª Kell Silva, de Divinópolis (MG), uma liderança comprometida com pautas voltadas ao cuidado, à proteção das mulheres, à maternidade e à justiça social.
Entre seus projetos estão iniciativas de enfrentamento à violência de gênero, combate ao racismo obstétrico, incentivo à amamentação, apoio às mães atípicas e atenção à saúde mental de gestantes e puérperas.
Esse espaço é dela, é nosso, é do PV Mulher. É a força de mulheres ocupando espaços para transformar realidades. 💚
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Democracia também se constrói com transparência e responsabilidade.
No Glossário da Democracia de hoje, o termo “Accountability” representa o dever de governos, autoridades e instituições prestarem contas à sociedade sobre suas ações e decisões.
Mais do que um conceito político, accountability fortalece a fiscalização do poder público, amplia a transparência e reforça a participação cidadã na democracia.
Porque uma democracia forte também depende de controle social e compromisso público.
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O racismo também se manifesta na violência, na ausência de proteção e na desigualdade de oportunidades.
Falar sobre o Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo é reconhecer que combater o racismo também significa proteger mulheres pretas, ampliar direitos e construir políticas públicas que enfrentem essa realidade de forma séria e permanente.
Ligue 180 — Central de Atendimento à Mulher
Disque 100 — Direitos Humanos
📊 Fontes: Ministério da Justiça, Fiocruz, Ligue 180, Mapa da Violência 2015 e ISP-RJ.
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Quando o medo interfere na forma de viver, circular e ocupar os espaços, ele também revela desigualdades.
Dados apontam que mulheres apresentam índices de medo maiores do que homens em todas as situações relacionadas à violência e insegurança. Para muitas delas, sair à noite, voltar sozinha para casa ou até caminhar pela própria vizinhança exige atenção constante e mudança de comportamento.
O medo deixa de ser apenas sensação. Ele passa a limitar a liberdade, a mobilidade e o direito das mulheres à cidade.
Falar sobre segurança pública também é discutir gênero, proteção e o direito de viver sem violência.
Nenhuma mulher deveria precisar reorganizar sua vida em função do medo.
📊 Fonte: Datafolha / Fórum Brasileiro de Segurança Pública
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A desinformação também tenta silenciar o debate sobre misoginia.
Após a aprovação do chamado PL da Misoginia no Senado, redes sociais passaram a espalhar informações falsas sobre a proposta. Entre elas, conteúdos afirmando que “homens poderiam ser presos por perguntar se uma mulher está de TPM”, que a lei proibiria opiniões religiosas ou até causaria “demissões em massa” de mulheres.
Mas isso é falso.
O projeto busca combater práticas discriminatórias e condutas de ódio contra mulheres, especialmente em situações que provoquem constrangimento, humilhação, intimidação ou violência motivadas pelo gênero.
A proposta não criminaliza opiniões pessoais nem impede liberdade de expressão.
O objetivo é enfrentar práticas misóginas que reforçam violência, discriminação e ataques contra mulheres.
Transformar o debate em medo e desinformação também é uma forma de enfraquecer avanços nos direitos das mulheres.
Informação responsável também é compromisso com a democracia.
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Neste dia das mães, a gente fala de cuidado.
A gente fala das mães solo, que seguram tudo ao mesmo tempo. As que com apoio também assumem fielmente o papel de educar alguém. E também daquelas que não geraram, mas escolheram ou precisaram cuidar como mães.
Avós, tias, irmãs, madrastas, responsáveis. Mulheres que transformam presença em base e cuidado com o futuro.
No Brasil, milhões delas fazem isso enfrentando desigualdades, jornadas exaustivas e falta de apoio. E ainda assim, seguem.
Ser mãe vai muito além de um título. É sobre responsabilidade, afeto e resistência.
Hoje, nosso reconhecimento é para todas que cuidam. Do jeito que podem, com o que têm, mas sempre fazendo a diferença.
Feliz Dia das Mães!
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Hoje é dia de celebrar a vida de Elaine Gadelha, Secretária Estadual da Mulher do PV no Rio Grande do Norte. 💚
Desejamos um novo ciclo de muitas conquistas, saúde, força e inspiração para seguir construindo caminhos em defesa das mulheres, da participação política e da justiça social.
Feliz aniversário! ✨
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Ao se despedir da presidência do Tribunal Superior Eleitoral, a ministra Cármen Lúcia encerra mais um capítulo importante da sua trajetória na Justiça brasileira.
Primeira mulher a presidir o TSE, sua atuação foi marcada pela defesa da democracia, da verdade e da participação feminina nos espaços de decisão.
Mais do que ocupar um cargo, Cármen Lúcia ajudou a abrir caminhos para que mais mulheres sejam vistas, ouvidas e reconhecidas em posições historicamente dominadas por homens.
Sua trajetória reafirma a importância da presença feminina na construção de instituições mais democráticas, representativas e comprometidas com a igualdade.
Porque quando uma mulher ocupa espaços de poder, ela também transforma o futuro de outras.
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É hoje! 💚
Tem novo episódio do Vamos Mulherando chegando com um diálogo necessário sobre educação, transformação social e construção de futuro.
Shirley Torres recebe Talita Fonseca, prefeita de Camutanga, e Flávia de Nadegi, vereadora do Recife, para conversar sobre o tema:
Educação como política de futuro
Uma conversa sobre oportunidades, desenvolvimento social e o papel da educação na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
🗓️ Hoje
⏰ 19h
📺 Canal do PV Mulher no YouTube
Esperamos você nesse diálogo!
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Amanhã tem episódio novo do VM no ar!
Nossa apresentadora Shirley recebe Flávia de Nadegi e Talita Fonseca para um bate-papo cheio de trocas, reflexões e assuntos importantes. 💜
Já ativa o lembrete porque esse episódio promete, ei pequena!
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Feliz vida pra nossa querida Marina Morais! ✨
Que teu novo ciclo venha cheio de saúde, amor, conquistas e muitos motivos pra sorrir. Que nunca te falte coragem pra sonhar grande e brilho pra iluminar todos ao teu redor.
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O avanço no combate ao HIV/AIDS é real. Mas ainda não chega para todas as crianças.
Em 2024, cerca de 2,42 milhões de crianças e adolescentes viviam com HIV no mundo.
Todos os dias, aproximadamente 712 crianças foram infectadas, e cerca de 250 morreram por causas relacionadas à AIDS muitas vezes por falta de acesso a prevenção, diagnóstico e tratamento.
Além disso, milhões de crianças vivem os impactos indiretos da epidemia:
perda de familiares, pobreza, interrupção dos estudos e discriminação.
Falar sobre esse tema é falar de acesso, cuidado e justiça social.
Nenhuma criança deveria crescer sem o direito à saúde, à proteção e ao futuro.
📊 Fonte: UNAIDS (2024)
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O que significa ser homem o suficiente na construção de uma sociedade mais justa?
Esse é o ponto de partida do próximo episódio do Vamos Mulherando, um espaço de diálogo que provoca, questiona e constrói novos caminhos na política.
Dessa vez, Shirley Torres recebe Clodoaldo Magalhães para uma conversa sobre masculinidade, responsabilidade e o papel dos homens na luta por justiça social.
Ative o lembrete e venha fazer parte desse diálogo.
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Essa semana tem Vamos Mulherando no ar 💚
Nosso podcast está chegando com um novo episódio e um novo diálogo que você precisa acompanhar.
Fica de olho por aqui e vem fazer parte dessa conversa com a gente.
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No PV Mulher Indica de hoje, a recomendação é o filme Terra Fria.
Baseado em uma história real, o longa acompanha a trajetória de uma mulher que enfrenta o assédio e a violência no ambiente de trabalho e decide não se calar.
A obra escancara uma realidade que ainda persiste: mulheres seguem sendo silenciadas, desacreditadas e pressionadas quando denunciam abusos.
Mais do que um filme, Terra Fria é um retrato sobre coragem, resistência e a importância de transformar dor em luta por direitos.
Porque nenhuma mulher deveria ter que escolher entre trabalhar e ser respeitada.
🎬 Já assistiu? Conta pra gente o que achou.
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1º de maio é mais do que uma data, é sobre quem sustenta esse país todos os dias. 💚
Hoje, o Partido Verde traz uma reflexão necessária sobre os direitos de quem trabalha, as desigualdades que ainda persistem e a realidade de jornadas como a escala 6x1.
Porque trabalhar não pode significar abrir mão de viver. Não pode significar exaustão, adoecimento ou falta de dignidade.
Seguimos na luta por condições mais justas para todas e todos.
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A Caatinga enfrenta o desmatamento, a seca extrema e a ausência de políticas públicas efetivas.
Mas também é território de resistência.
Um território sustentado por comunidades que seguem de pé, principalmente por mulheres.
Falar de meio ambiente é falar de gente, de desigualdade e de quem está na linha de frente cuidando da vida todos os dias.
Proteger a Caatinga é também reconhecer e fortalecer essas mulheres. 🌵💚
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Por trás desse trabalho, estão mulheres que historicamente sustentam o país e que ainda enfrentam desigualdade, informalidade e desvalorização.
Mais de 92% das pessoas no trabalho doméstico são mulheres. A maioria, mulheres negras.
Mesmo após avanços como a PEC das Domésticas, a luta por direitos, dignidade e reconhecimento continua.
Valorizar essas trabalhadoras é reconhecer sua história e enfrentar as desigualdades que ainda persistem.
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