Lei determina check-up anual para mulheres no SUS
Foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (3) a lei que prevê a avaliação…
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Pesquisa aponta que mulheres, especialmente das classes C, D e E, recorrem às apostas online em…
Estela Bezerra defende articulação entre diferentes áreas do poder público para enfrentar o feminicídio e destaca…
Como a atuação no Congresso se traduz quando o assunto são os direitos das mulheres e da população LGBTQIAPN+?
A plataforma Elas no Congresso, da Revista AzMina, monitora proposições relacionadas a gênero no Legislativo e avalia seus impactos sobre os direitos de meninas, mulheres e pessoas LGBTQIAPN+, a partir de metodologia própria.
Em levantamentos anteriores da plataforma, o Partido Verde apareceu com 100% dos projetos analisados classificados como favoráveis aos direitos das mulheres, resultado referente às proposições avaliadas naquele período, e não a todos os votos ou projetos da história do partido.
O acompanhamento da atuação parlamentar ajuda a colocar no centro do debate temas como enfrentamento à violência de gênero, igualdade, participação política e direitos da população LGBTQIAPN+.
Arraste para o lado e entenda os dados. 💜💚
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Se a igualdade de oportunidades ainda parece um "País das Maravilhas", é porque há muito caminho pela frente.
Imaginar um mundo onde mulheres ocupam espaços de liderança com respeito, onde suas vozes são ouvidas e suas capacidades não são questionadas, não deveria ser um exercício de fantasia. Deveria ser a realidade.
Que o futuro não trate a igualdade como um conto, mas como um compromisso. Por isso, convidamos todas e todos a conhecerem as mulheres do Partido Verde e suas propostas. Nessas eleições, vote nas mulheres do Partido Verde. Vote 43.
Porque lugar de mulher também é onde as decisões são tomadas!
#MaisMulheresNaPolítica #Representatividade #Democracia #IgualdadeDeGênero #ParticipaçãoPolítica #LiderançaFeminina #PVMulher #MaisVozesMaisDemocracia
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Assim como o girassol busca a luz, toda vida merece encontrar acolhimento, cuidado e esperança.
Neste Setembro Amarelo, lembramos que toda vida importa, toda história merece ser ouvida e toda pessoa tem o direito de encontrar um lugar onde se sinta acolhida.
Porque cuidar da saúde mental também é cultivar empatia, fortalecer redes de apoio e estender a mão a quem precisa.
Todos têm lugar ao sol.
Se você estiver passando por um momento difícil, conversar com alguém de confiança ou procurar ajuda pode ser o primeiro passo para reencontrar a luz.
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Neste 18 de setembro, Dia Internacional da Igualdade Salarial, os dados reforçam o tamanho do desafio que ainda enfrentamos no mercado de trabalho brasileiro quando o assunto é diferença salarial entre homens e mulheres.
A luta pela justiça de gênero e raça passa pelo compromisso político! E em 2023, nossos parlamentares votaram a favor do Projeto de Lei da Igualdade Salarial (Lei nº 14.611/2023), criando ferramentas reais de transparência, fiscalização e responsabilização.
Acompanhe as propostas das nossas candidatas e candidatos por todo o Brasil e fortaleça a bancada que defende os direitos das mulheres!
#PVMulher #PV43 #Vote43 #VerdesComLula #Lula13
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Cuidar da saúde também é prevenção. E agora esse cuidado passa a ser um direito garantido às mulheres pelo SUS.
Foi publicada no começo de setembro a Lei nº 15.493/2026, que estabelece o direito de toda mulher realizar avaliação médica completa pelo menos uma vez ao ano na rede pública de saúde. A lei só entrará em vigor em março de 2027, mas já representa um marco significativo no cuidado da saúde da mulher.
Além da avaliação periódica, a lei determina ações de conscientização sobre atividade física, alimentação, saúde mental, vacinação e exames preventivos.
Mais do que esperar a doença aparecer, a proposta reforça a importância do acompanhamento contínuo, da prevenção e do diagnóstico precoce.
Salve este post e compartilhe para que mais mulheres conheçam esse novo direito.
Fonte: Agência Senado | Lei nº 15.493/2026
#PVMulher #PartidoVerde #SaúdeDaMulher #SUS #SaúdePública
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Neste Dia Internacional da Democracia, o PV Mulher reafirma que uma democracia forte precisa da participação de todas e todos — e, especialmente, de mais mulheres ocupando os espaços onde as decisões são tomadas.
Quando mulheres participam da política, novas perspectivas chegam ao debate público, pautas históricas ganham visibilidade e a democracia se torna mais representativa.
Por isso, defender a democracia também é lutar por igualdade, diversidade, participação popular e respeito aos direitos humanos.
Mais mulheres na política. Mais vozes na democracia. Mais futuro para todas.
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A dupla jornada vai muito além de conciliar trabalho e casa. Ela representa uma sobrecarga que, todos os dias, recai sobre milhões de mulheres.
Mesmo com a crescente participação feminina no mercado de trabalho, as tarefas domésticas e os cuidados com crianças, idosos e familiares continuam sendo, em grande parte, responsabilidade delas. O resultado é menos tempo para descansar, estudar, cuidar da própria saúde e viver momentos de lazer.
Promover igualdade também significa dividir responsabilidades. O cuidado é uma responsabilidade coletiva e construir uma sociedade mais justa passa por reconhecer esse desafio e buscar soluções que permitam às mulheres viver com mais equilíbrio, saúde e qualidade de vida.
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🎉💚 Hoje é dia de celebrar a vida de Paula Cristina!
O Partido Verde deseja um novo ciclo de muitas realizações, saúde, alegrias e novos caminhos para continuar construindo uma trajetória de compromisso e dedicação.
Feliz aniversário, Paula! 🎂
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"Cota não é esmola." É reparação.
Durante séculos, povos negros, indígenas e comunidades quilombolas foram excluídos de espaços de poder e oportunidades. As políticas de cotas são uma resposta a essa desigualdade histórica e um instrumento para promover mais equidade.
Com a Lei nº 15.142/2025, o Brasil ampliou para 30% a reserva de vagas em concursos públicos federais e passou a incluir povos indígenas e comunidades quilombolas nessa política, fortalecendo a representatividade e a democratização do acesso ao serviço público.
Porque igualdade não se alcança ignorando as diferenças, mas enfrentando as desigualdades.
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Hoje é dia de celebrar a vida da Rayssa Tomaz! 💚🎉
Que este novo ciclo seja repleto de saúde, alegrias, conquistas e novos caminhos. Que não faltem coragem, inspiração e motivos para seguir contribuindo para uma política mais democrática, justa e sustentável.
Feliz aniversário, Rayssa! Que seu novo ano seja lindo e cheio de realizações. ✨
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A violência contra a mulher nem sempre começa com uma agressão física. Muitas vezes, ela cresce aos poucos, até que a tensão se transforma em ameaça, medo e perigo.
E quando a violência acontece, é importante lembrar: existem diferentes formas de agressão e todas precisam ser reconhecidas e enfrentadas.
Romper o silêncio pode ser o primeiro passo para encontrar proteção e apoio. Uma rede de pessoas de confiança e os serviços públicos podem ajudar a interromper esse ciclo.
💜 Se você está vivendo uma situação de violência ou conhece uma mulher que esteja, não ignore os sinais.
📞 Ligue 180 para orientação e atendimento.
🚨 Em situações de emergência, ligue 190.
Romper o silêncio também é abrir caminho para a liberdade.
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Mulheres não podem ser usadas apenas para preencher números. 💜
As chamadas “candidaturas laranjas” são uma fraude que esvazia as políticas de incentivo à participação feminina e transforma um direito conquistado em instrumento de manipulação eleitoral.
Garantir a presença das mulheres na política significa assegurar candidaturas reais, recursos, tempo de propaganda, estrutura e condições para disputar de verdade.
Mais mulheres na política não é sobre cumprir uma cota no papel. É sobre democratizar o poder.
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Hoje é dia de celebrar a vida de Renata Fortes 🎉💚
Que este novo ciclo venha acompanhado de saúde, alegrias, conquistas e muitos motivos para continuar acreditando e construindo um futuro mais justo, democrático e sustentável. Que não faltem coragem, inspiração e bons encontros para seguir fazendo a diferença.
Feliz aniversário! Que seu novo ano seja repleto de realizações e momentos especiais. ✨💚
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Hoje é dia de celebrar a vida da Vera Motta! 💚
Que este novo ciclo seja marcado por saúde, alegrias, conquistas e muitos motivos para continuar acreditando na força da transformação.
Que sua caminhada siga inspirando, abrindo caminhos e fortalecendo a participação das mulheres na construção de uma sociedade mais justa, democrática e igualitária.
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O querer das Margaridas é o querer por dignidade, justiça e liberdade.
Mulheres do campo, da floresta e das águas carregam histórias de trabalho, resistência e transformação. Suas vozes denunciam a fome, a pobreza, as desigualdades e a violência sexista , e reivindicam o direito de viver e produzir com segurança e respeito.
Neste Dia de Luta contra a Violência no Campo, reafirmamos: nenhuma mulher deve ser silenciada pela violência.
Que a força das Margaridas continue criando raízes, ocupando espaços e fazendo florescer direitos.
#MulheresDoCampo #MulheresDaFloresta #MulheresDasÁguas #MarchaDasMargaridas #DireitosDasMulheres EnfrentamentoÀViolência PVMulher
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Nem sempre a violência começa com uma agressão física.
Ela pode começar no medo constante, nas cobranças excessivas, nos conflitos por motivos fúteis e na sensação de precisar medir cada palavra para evitar uma reação.
Na fase do aumento da tensão, reconhecer os primeiros sinais é fundamental. Controle, intimidação e ameaças não devem ser normalizados.
Conhecer o ciclo é também aprender a reconhecer a violência.
#AgostoLilás #CicloDaViolência #ViolênciaContraAMulher #EnfrentamentoÀViolência #DireitosDasMulheres
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Hoje é dia de celebrar a vida de Tathi Wehb! 💚🎉
Sua trajetória, dedicação e compromisso com o fortalecimento das mulheres fazem parte de uma caminhada construída com diálogo, participação e propósito.
Que não faltem energia e inspiração para continuar abrindo caminhos e contribuindo para uma sociedade mais justa, igualitária e sustentável.
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Entre 70% e 90% das agressões físicas contra mulheres atingem o rosto. Esse dado revela que, em muitos casos, a violência não é aleatória: ela busca atingir a identidade, a autoestima e a dignidade da vítima.
Por ser a parte mais visível do corpo, o rosto faz com que a mulher conviva diariamente com as marcas da agressão, tornando o trauma uma lembrança constante.
Além das lesões imediatas, as consequências podem incluir fraturas, cicatrizes permanentes e a necessidade de cirurgias reparadoras, juntamente com tratamentos psicológicos.
A Lei Maria da Penha representa um importante instrumento de proteção às mulheres em situação de violência, reconhecendo que as agressões causam danos físicos, psicológicos, morais, sexuais e patrimoniais.
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Todos os dias, mulheres que ocupam espaços de poder enfrentam ataques, intimidações, ameaças e tentativas de silenciamento simplesmente por exercerem seu direito à participação política.
Combater a violência política de gênero é defender a democracia. Porque uma democracia forte depende de vozes diversas, livres e respeitadas.
Mais do que homenagens, as mulheres precisam de segurança para participar, decidir e liderar.
Flores não bastam. É preciso respeito, proteção e igualdade para que mais mulheres possam ocupar todos os espaços de decisão.
#FloresNãoBastam #ViolênciaPolíticaDeGênero #MaisMulheresNaPolítica #Democracia #ParticipaçãoPolítica IgualdadeDeGênero Respeito PVMulher AgostoLilás
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"Apesar de serem mulheres."
Essa expressão não é um elogio. É o reflexo de um preconceito que, há décadas, tenta colocar a competência feminina sob suspeita.
O PV Mulher manifesta repúdio à declaração do deputado federal Coronel Ulysses Araújo (União Brasil) e reafirma seu compromisso com a defesa da igualdade de gênero e com uma política em que mulheres sejam reconhecidas por sua capacidade, nunca tratadas como exceção.
Chega de misoginia. Mais respeito, mais representação e mais democracia.
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