Mulheres denunciam crescimento de casos de assédio no LinkedIn
Profissionais relatam que contatos iniciados como oportunidades de trabalho evoluem para abordagens invasivas, perseguições e violência…
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Cortes no financiamento internacional comprometem serviços essenciais e ameaçam organizações que atuam na proteção de mulheres…
Especialistas alertam que ataques buscam provocar marcas permanentes, afetar a autoestima das vítimas e reforçar o…
Parabéns, Alba Cuevas! 💚
Hoje celebramos a vida de Alba Cuevas, integrante do Diretório Nacional do Partido Verde em Mato Grosso do Sul.
Que este novo ciclo seja repleto de saúde, alegria, realizações e muitas conquistas. Que sua caminhada continue sendo marcada pelo compromisso com a democracia, a sustentabilidade e a construção de uma sociedade mais justa.
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A violência contra as mulheres também acontece no ambiente digital.
Desde 20 de julho, plataformas digitais passaram a ter novas obrigações para combater conteúdos criminosos e ampliar a proteção dos usuários.
Mais responsabilidade, mais transparência e mais segurança são passos importantes para garantir que os direitos das mulheres sejam respeitados também nas redes. 💚
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A Copa terminou. Mas a reflexão precisa continuar.
Um estudo das economistas Isadora Bousquat Árabe (LSE e FEA-USP) e Paula Carvalho Pereda (FEA-USP) identificou que, após derrotas inesperadas de times favoritos, os registros de violência doméstica aumentam, em média, 6% nas seis horas seguintes ao apito final.
O futebol não é o problema. A violência contra a mulher também não é consequência de um resultado em campo.
A frustração pode funcionar como gatilho para quem já exerce violência, mas a responsabilidade é sempre do agressor.
Nenhuma paixão, rivalidade ou derrota justifica uma agressão.
Enfrentar esse ciclo exige prevenção, informação, acolhimento às vítimas, responsabilização dos autores e políticas públicas que garantam proteção às mulheres.
Violência contra a mulher é crime. Não naturalize. Denuncie.
📞 Em caso de emergência, ligue 190.
📲 Para orientação e apoio, procure a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180.
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Maya Angelou acreditava que a transformação começa quando nos permitimos imaginar novos caminhos e romper com as estruturas que tentam limitar quem podemos ser.
Sua trajetória como escritora, poeta e ativista segue inspirando gerações de mulheres a ocuparem espaços, reivindicarem direitos e acreditarem na força da própria voz.
Neste Julho das Pretas, celebramos mulheres que transformaram pensamento em ação e abriram caminhos para que outras também pudessem seguir em frente. ✊🏿💚
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Nelson Mandela transformou a luta contra o racismo em um símbolo mundial de resistência, justiça e democracia. Seu legado nos lembra que nenhuma sociedade é verdadeiramente livre enquanto direitos e oportunidades continuarem sendo privilégios para poucos.
Essa reflexão também nos convida a olhar para a realidade brasileira. Ampliar a participação de mulheres, especialmente mulheres negras, nos espaços de decisão é fortalecer a democracia, enfrentar desigualdades históricas e garantir que diferentes vozes façam parte da construção das políticas públicas.
Neste Dia Internacional de Nelson Mandela, reafirmamos que igualdade, representatividade e justiça social caminham lado a lado. Porque uma democracia só é completa quando todas as pessoas têm o direito de participar, decidir e transformar.
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Quando falamos sobre creches, estamos falando de muito mais do que educação infantil.
Estamos falando de mulheres que conseguem permanecer no mercado de trabalho, continuar os estudos, ampliar sua renda e construir autonomia. Estamos falando de crianças que têm acesso ao cuidado, ao desenvolvimento e às oportunidades desde os primeiros anos de vida.
Neste Julho das Pretas, reafirmamos que investir na primeira infância também é investir na autonomia das mulheres negras, no combate às desigualdades e na construção de um país mais justo para todas as famílias.
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stão abertas as inscrições para a Rede de Proteção Digital para Comunicadoras Negras (REPCONE) 2026, iniciativa da Rede de Jornalistas Pretos pela Diversidade na Comunicação (Rede JP).
O programa selecionará 30 mulheres da América Latina, entre jornalistas, ativistas, pesquisadoras e lideranças comunitárias, para uma formação gratuita em segurança digital, enfrentamento à desinformação e estratégias de proteção diante da violência política online.
A edição deste ano também contará com o lançamento do LATINAS IA, ferramenta criada para oferecer apoio a mulheres em situação de vulnerabilidade digital.
📌 As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site da Rede JP.
Fonte: Rede JP Comunicação
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A desigualdade econômica no Brasil não afeta todas as pessoas da mesma forma.
O Índice de Justiça Econômica Racial mostra que, mesmo com avanços na renda e na inclusão social, mulheres negras continuam ocupando a base da pirâmide socioeconômica, recebendo, em média, cerca de metade da renda dos homens brancos.
Esse cenário é resultado da sobreposição de desigualdades de raça e gênero, que impactam o acesso ao trabalho formal, à educação, à moradia e às oportunidades de crescimento.
Neste Julho das Pretas, reafirmamos que promover justiça econômica também é enfrentar o racismo estrutural, valorizar o trabalho de cuidado e construir políticas públicas que ampliem a autonomia e os direitos das mulheres negras.
Fonte: Revista Afirmativa
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A violência obstétrica não é apenas uma questão de saúde. Também é uma questão de raça, direitos e justiça social.
Um estudo da pesquisadora Rafaele de Souza Queiroz, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), mostra que mulheres negras têm 62% mais chances de enfrentar um pré-natal inadequado, além de estarem mais expostas à negligência e à desumanização durante a gestação, o parto e o pós-parto.
Essas desigualdades não acontecem por acaso. Elas refletem o racismo estrutural presente também nos serviços de saúde.
Garantir um atendimento humanizado, respeitoso e livre de discriminação é assegurar um direito fundamental de todas as mulheres.
Fonte: A Crítica
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A cultura não é algo distante de nós. Ela é construída todos os dias pelas pessoas, pelas histórias que valorizamos e pelas vozes que escolhemos ouvir.
A reflexão de Chimamanda Ngozi Adichie nos lembra que uma sociedade verdadeiramente democrática só é possível quando todas as mulheres têm espaço para participar, criar, liderar e transformar.
Seguimos reafirmando a importância de reconhecer as contribuições das mulheres negras para a cultura, a política, a ciência e a construção de um Brasil mais justo e plural. ✊🏿💚
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O PV Mulher Indica o filme Medida Provisória.
A obra convida o público a refletir sobre racismo estrutural, memória, democracia e os impactos da exclusão na vida da população negra. Com uma narrativa provocativa, o filme nos faz pensar sobre o presente ao imaginar um futuro distópico que dialoga com desafios ainda enfrentados pela sociedade brasileira.
Mais do que entretenimento, é um convite para refletir sobre direitos, igualdade e o país que queremos construir.
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Conhecer a trajetória de mulheres negras que transformaram o Brasil também é compreender a história dos direitos que conquistamos.
Hoje, contaremos a história de Sueli Carneiro, filósofa, escritora e uma das principais intelectuais brasileiras. Sua atuação foi decisiva para fortalecer o debate sobre racismo, feminismo negro e igualdade, mostrando que não existe justiça social sem enfrentar as desigualdades raciais e de gênero.
Porque conhecer quem abriu caminhos também é fortalecer os passos de quem continua essa caminhada. ✊🏿💚
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Elegibilidade é o conjunto de requisitos que uma pessoa precisa cumprir para poder disputar uma eleição. Entre eles estão, por exemplo, ter nacionalidade brasileira, estar com os direitos políticos em dia, possuir domicílio eleitoral, filiação partidária e idade mínima para o cargo pretendido, conforme previsto na legislação eleitoral.
As regras variam de acordo com o cargo e estão previstas na Constituição Federal e na Lei Complementar nº 64/1990 (Lei das Inelegibilidades).
📚 Entender esses conceitos é fortalecer a cidadania e participar da democracia de forma mais consciente.
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Guardar dinheiro não depende apenas de organização financeira. Depende, sobretudo, das condições que cada pessoa tem para viver.
Uma pesquisa da Serasa revela que 81% das mulheres brasileiras não possuem reserva de emergência e que apenas 19% conseguem poupar parte da renda. O principal motivo apontado é simples: o dinheiro não é suficiente para cobrir as despesas do mês.
Essa realidade reflete desigualdades que vão além das finanças. Mulheres ainda enfrentam diferenças salariais, maior informalidade, jornadas duplas de trabalho e a responsabilidade desproporcional pelos cuidados da casa e da família.
Fortalecer a autonomia econômica das mulheres também significa defender trabalho digno, igualdade de oportunidades, valorização da renda e políticas públicas que reduzam essas desigualdades.
Fonte: Band News
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No Raio-X do PV Mulher de hoje, conheça a atuação da vereadora Esther Moraes (@esthermoraes).
Com um mandato voltado à ampliação de direitos, Esther tem apresentado projetos nas áreas de enfrentamento à violência contra as mulheres, igualdade racial, educação, saúde, diversidade, proteção animal e inclusão social.
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A violência psicológica é silenciosa, mas seus impactos são profundos. Ela se manifesta por meio de humilhações, ameaças, manipulação, isolamento, controle e intimidação, comprometendo a autoestima, a autonomia e a liberdade das mulheres.
Dados do Dossiê Mulher 2025, do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro, revelam que os registros desse tipo de violência cresceram 1.300% em uma década. Pela primeira vez, o estudo também analisa como discursos misóginos disseminados nas redes sociais podem contribuir para a naturalização da violência de gênero.
Enfrentar essa realidade exige informação, prevenção, responsabilização dos agressores e políticas públicas que protejam as mulheres em todos os espaços, inclusive no ambiente digital.
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Elza Soares nos lembra que liberdade não é privilégio: é um direito. E que ocupar espaços, romper barreiras e viver plenamente quem somos continua sendo um ato de coragem e transformação.
Que suas palavras sigam inspirando um futuro com mais igualdade, respeito e oportunidades para todas. ✊🏿💚
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Neste Julho das Pretas, o PV Mulher indica Quem tem medo do Feminismo Negro?, de Djamila Ribeiro.
A obra reúne reflexões importantes sobre raça, gênero, desigualdade e democracia, mostrando por que o feminismo negro é essencial para compreender o Brasil e transformar suas estruturas.
Uma leitura necessária para quem acredita que não existe justiça social sem enfrentar o racismo e garantir direitos para todas as mulheres. 💚
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A paixão pelo futebol une o Brasil.
Que essa mesma paixão também nos mova na construção de um país mais igualitário, onde ninguém fique no banco por causa do gênero, da cor ou da origem.
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Toda conquista tem uma história.
Todo direito tem uma origem.
E, no Brasil, muitos desses caminhos foram abertos por mulheres negras que desafiaram o racismo, o machismo e as desigualdades para transformar a sociedade.
Neste Julho das Pretas, o PV Mulher celebra esses legados e reafirma um compromisso: construir um futuro em que meninas e mulheres negras tenham seus direitos plenamente garantidos, ocupem espaços de decisão e sejam protagonistas da mudança.
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