Cármen Lúcia encerra presidência do TSE deixando legado para mulheres nos espaços de poder
A ministra Cármen Lúcia participou, nesta quinta-feira (7), de sua última sessão à frente da presidência…
A ministra Cármen Lúcia participou, nesta quinta-feira (7), de sua última sessão à frente da presidência…
O Senado aprovou o projeto de lei que assegura às mulheres o direito a uma avaliação…
O Brasil contabilizou 399 vítimas de feminicídio entre janeiro e março de 2026 — o equivalente…
Ao se despedir da presidência do Tribunal Superior Eleitoral, a ministra Cármen Lúcia encerra mais um capítulo importante da sua trajetória na Justiça brasileira.
Primeira mulher a presidir o TSE, sua atuação foi marcada pela defesa da democracia, da verdade e da participação feminina nos espaços de decisão.
Mais do que ocupar um cargo, Cármen Lúcia ajudou a abrir caminhos para que mais mulheres sejam vistas, ouvidas e reconhecidas em posições historicamente dominadas por homens.
Sua trajetória reafirma a importância da presença feminina na construção de instituições mais democráticas, representativas e comprometidas com a igualdade.
Porque quando uma mulher ocupa espaços de poder, ela também transforma o futuro de outras.
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É hoje! 💚
Tem novo episódio do Vamos Mulherando chegando com um diálogo necessário sobre educação, transformação social e construção de futuro.
Shirley Torres recebe Talita Fonseca, prefeita de Camutanga, e Flávia de Nadegi, vereadora do Recife, para conversar sobre o tema:
Educação como política de futuro
Uma conversa sobre oportunidades, desenvolvimento social e o papel da educação na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
🗓️ Hoje
⏰ 19h
📺 Canal do PV Mulher no YouTube
Esperamos você nesse diálogo!
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Amanhã tem episódio novo do VM no ar!
Nossa apresentadora Shirley recebe Flávia de Nadegi e Talita Fonseca para um bate-papo cheio de trocas, reflexões e assuntos importantes. 💜
Já ativa o lembrete porque esse episódio promete, ei pequena!
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Feliz vida pra nossa querida Marina Morais! ✨
Que teu novo ciclo venha cheio de saúde, amor, conquistas e muitos motivos pra sorrir. Que nunca te falte coragem pra sonhar grande e brilho pra iluminar todos ao teu redor.
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O avanço no combate ao HIV/AIDS é real. Mas ainda não chega para todas as crianças.
Em 2024, cerca de 2,42 milhões de crianças e adolescentes viviam com HIV no mundo.
Todos os dias, aproximadamente 712 crianças foram infectadas, e cerca de 250 morreram por causas relacionadas à AIDS muitas vezes por falta de acesso a prevenção, diagnóstico e tratamento.
Além disso, milhões de crianças vivem os impactos indiretos da epidemia:
perda de familiares, pobreza, interrupção dos estudos e discriminação.
Falar sobre esse tema é falar de acesso, cuidado e justiça social.
Nenhuma criança deveria crescer sem o direito à saúde, à proteção e ao futuro.
📊 Fonte: UNAIDS (2024)
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O que significa ser homem o suficiente na construção de uma sociedade mais justa?
Esse é o ponto de partida do próximo episódio do Vamos Mulherando, um espaço de diálogo que provoca, questiona e constrói novos caminhos na política.
Dessa vez, Shirley Torres recebe Clodoaldo Magalhães para uma conversa sobre masculinidade, responsabilidade e o papel dos homens na luta por justiça social.
Ative o lembrete e venha fazer parte desse diálogo.
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Essa semana tem Vamos Mulherando no ar 💚
Nosso podcast está chegando com um novo episódio e um novo diálogo que você precisa acompanhar.
Fica de olho por aqui e vem fazer parte dessa conversa com a gente.
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No PV Mulher Indica de hoje, a recomendação é o filme Terra Fria.
Baseado em uma história real, o longa acompanha a trajetória de uma mulher que enfrenta o assédio e a violência no ambiente de trabalho e decide não se calar.
A obra escancara uma realidade que ainda persiste: mulheres seguem sendo silenciadas, desacreditadas e pressionadas quando denunciam abusos.
Mais do que um filme, Terra Fria é um retrato sobre coragem, resistência e a importância de transformar dor em luta por direitos.
Porque nenhuma mulher deveria ter que escolher entre trabalhar e ser respeitada.
🎬 Já assistiu? Conta pra gente o que achou.
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1º de maio é mais do que uma data, é sobre quem sustenta esse país todos os dias. 💚
Hoje, o Partido Verde traz uma reflexão necessária sobre os direitos de quem trabalha, as desigualdades que ainda persistem e a realidade de jornadas como a escala 6x1.
Porque trabalhar não pode significar abrir mão de viver. Não pode significar exaustão, adoecimento ou falta de dignidade.
Seguimos na luta por condições mais justas para todas e todos.
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A Caatinga enfrenta o desmatamento, a seca extrema e a ausência de políticas públicas efetivas.
Mas também é território de resistência.
Um território sustentado por comunidades que seguem de pé, principalmente por mulheres.
Falar de meio ambiente é falar de gente, de desigualdade e de quem está na linha de frente cuidando da vida todos os dias.
Proteger a Caatinga é também reconhecer e fortalecer essas mulheres. 🌵💚
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Por trás desse trabalho, estão mulheres que historicamente sustentam o país e que ainda enfrentam desigualdade, informalidade e desvalorização.
Mais de 92% das pessoas no trabalho doméstico são mulheres. A maioria, mulheres negras.
Mesmo após avanços como a PEC das Domésticas, a luta por direitos, dignidade e reconhecimento continua.
Valorizar essas trabalhadoras é reconhecer sua história e enfrentar as desigualdades que ainda persistem.
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A liberdade das mulheres nunca foi naturalizada, ela sempre foi disputada.
Ao longo da história, estruturas sociais, culturais e políticas tentaram definir o que mulheres podem ser, como devem agir e até onde podem chegar. Não por acaso, autonomia, voz e independência ainda são, em muitos contextos, vistas como ameaça.
Quando uma mulher decide por si, ocupa espaços de poder ou rompe com padrões impostos, ela não está apenas fazendo escolhas individuais, ela está confrontando um sistema que historicamente limitou sua experiência.
Por isso, liberdade não é um conceito abstrato. É sobre acesso a direitos, participação política, segurança, dignidade e possibilidade real de escolha.
E enquanto essas condições não forem garantidas para todas, a liberdade seguirá sendo um projeto em construção.
Defender a liberdade das mulheres é, antes de tudo, defender a democracia. 💜
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Hoje celebramos a vida da Fernanda Vaz!
Que este novo ciclo seja marcado por ainda mais força, coragem e conquistas na luta por mais direitos, igualdade e representatividade para as mulheres. Sua trajetória inspira e fortalece o nosso coletivo todos os dias.
Feliz aniversário! 🎉✨
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A violência contra mulheres não começa no hospital, mas, muitas vezes, é lá que ela se torna visível.
Dados mostram um padrão que não pode ser ignorado: a violência tem rosto, tem contexto e se repete todos os dias.
Quando 900 mulheres são atendidas diariamente, vítimas de violência, não estamos falando de casos isolados. Estamos falando de um problema estrutural.
Enfrentar a violência contra mulheres é responsabilidade de toda a sociedade.
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Uma história que atravessa silêncios, memórias e identidades para nos lembrar que nomes carregam histórias e também disputas de poder.
Em Os Nomes, Florence Knapp constrói uma narrativa sensível sobre pertencimento, herança e as marcas que o passado deixa no presente. É um livro sobre quem somos, sobre as mulheres que vieram antes de nós e sobre como reconstruímos nossa própria voz.
Porque nomear é reconhecer. E reconhecer é um ato político. 💚
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A crise climática não é neutra e os números mostram isso.
Enquanto os impactos ambientais avançam, são as mulheres, especialmente as mais vulnerabilizadas, que enfrentam as maiores consequências: mais sobrecarga, mais insegurança alimentar, mais pobreza.
Segundo dados internacionais, até 2050, milhões de mulheres podem ser empurradas para a pobreza por causa das mudanças climáticas. Isso revela uma realidade que não pode mais ser ignorada: meio ambiente também é sobre desigualdade.
Falar de sustentabilidade sem olhar para gênero é deixar uma parte da população ainda mais exposta.
Por isso, quando defendemos políticas ambientais, também estamos falando de justiça social, de dignidade e de garantir que nenhuma mulher fique para trás.
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Hoje é dia de celebrar a vida de Christiane Chaves 💜
Que este novo ciclo venha com ainda mais força, sabedoria e caminhos abertos para seguir transformando realidades com compromisso e propósito.
Parabéns!
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Ler é muito mais do que imaginar histórias. 📚✨
É na infância que muitas meninas começam a entender quem pode ser, e, por muito tempo, disseram a elas quais espaços podiam ou não ocupar.
Por isso, incentivar a leitura também é um ato político.
Quando uma menina lê sobre outras mulheres, sobre coragem, sobre ocupar espaços e sobre lutar por direitos, ela passa a se enxergar de outra forma no mundo.
As histórias que apresentamos na infância ajudam a formar mulheres mais livres, críticas e conscientes.
Neste Dia Nacional do Livro Infantil, reforçamos: formar leitoras é também formar futuras protagonistas da própria história.
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Por trás do alimento que chega à nossa mesa, existe trabalho, resistência e luta.
As mulheres camponesas estão na linha de frente da produção de alimentos, mas ainda enfrentam desigualdade no acesso à terra, às políticas públicas e aos seus direitos.
Falar de luta camponesa é falar de justiça social, de território e de quem sustenta a vida todos os dias.
Essa data é um lembrete: quem alimenta o país também precisa ser reconhecida, protegida e ouvida.
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Levar vacina aos territórios indígenas é garantir mais do que saúde. É garantir acesso, dignidade e proteção para comunidades inteiras.
E, nesse cenário, são as mulheres indígenas que estão no centro desse cuidado: liderando, orientando, protegendo suas famílias e seus territórios.
Mas a realidade ainda impõe barreiras. Em muitas regiões, o acesso à saúde básica segue sendo um desafio diário.
Falar de imunização também é falar de justiça social, de território e do direito das mulheres de viver com saúde, segurança e respeito.
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