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Mulheres relatam maior pressão financeira e impacto na saúde, aponta Datafolha

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Freepik | Reprodução

As mulheres brasileiras enfrentam mais insegurança e desgaste emocional em relação à vida financeira do que os homens. É o que revela uma pesquisa do Datafolha, que indica maior preocupação feminina tanto com o dinheiro quanto com os efeitos dessa situação na saúde.

Segundo o levantamento, quatro em cada dez brasileiros avaliam seu humor em relação às finanças como ruim ou péssimo. O índice, porém, é mais elevado entre as mulheres (44%) do que entre os homens (36%). Ao mesmo tempo, quase metade da população considera sua situação financeira atual como apenas regular.

O estudo, realizado com mais de 2 mil pessoas em diferentes regiões do país, mostra que elas se sentem mais angustiadas diante das dificuldades econômicas. Entre os fatores que ajudam a explicar esse cenário estão a desigualdade de renda e a menor inserção feminina no mercado de trabalho.

Na prática, isso significa que as mulheres ganham menos e estão mais concentradas nas faixas de renda mais baixa. Em cargos de liderança, a diferença salarial pode chegar a cerca de 30% em favor dos homens, o que amplia a vulnerabilidade financeira feminina.

Outro dado relevante é o maior índice de endividamento entre elas. Um percentual mais alto de mulheres declarou estar com o nome negativado, o que reforça o quadro de maior instabilidade econômica.

Além do impacto no bolso, a pesquisa aponta reflexos diretos na saúde. As mulheres demonstram maior preocupação com os efeitos das finanças sobre o bem-estar físico e mental, além de relatarem interferências no desempenho no trabalho e nos estudos.

Especialistas destacam que o aumento do número de mulheres responsáveis pelo sustento da família também contribui para esse cenário. Muitas acumulam a função de chefes de domicílio, o que amplia a pressão sobre a renda e a organização financeira.

Apesar das dificuldades, há um certo otimismo: a maioria dos entrevistados acredita que sua situação financeira pode melhorar no futuro, seja de forma significativa ou gradual.

Fonte: Folha de S. Paulo

27 de abril de 2026

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Maio 21

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Tem episódio novo do Vamos Mulherando chegando! 💚

Dessa vez, Shirley conversa com o deputado federal Clodoaldo Magalhães sobre responsabilidade política e o papel dos homens na construção da justiça social.

Porque enfrentar desigualdades, combater violências e defender direitos também exige compromisso coletivo. E homens precisam fazer parte dessa transformação.

“Homem o suficiente cuidando da justiça social” é um convite para refletir sobre política, cuidado e responsabilidade social para além dos discursos.

Será amanhã, 19h em nosso canal oficial do Youtube.

Tem episódio novo do Vamos Mulherando chegando! 💚

Dessa vez, Shirley conversa com o deputado federal Clodoaldo Magalhães sobre responsabilidade política e o papel dos homens na construção da justiça social.

Porque enfrentar desigualdades, combater violências e defender direitos também exige compromisso coletivo. E homens precisam fazer parte dessa transformação.

“Homem o suficiente cuidando da justiça social” é um convite para refletir sobre política, cuidado e responsabilidade social para além dos discursos.

Será amanhã, 19h em nosso canal oficial do Youtube.
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Maio 20

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Aos 100 dias do Pacto Nacional “Todos por Todas”, o Brasil avança no fortalecimento da proteção às mulheres com novas medidas de combate à violência de gênero.

Além das ações já implementadas como redução no tempo das medidas protetivas, ampliação da rede de atendimento e mais de 6 mil prisões de agressores, o governo federal sancionou novas leis que reforçam a proteção das mulheres e o enfrentamento ao feminicídio.

Entre elas estão:

- a Lei Barbara Penna, que endurece medidas contra agressores e fortalece a proteção às vítimas;

- a criação do Cadastro Nacional de Agressores;

- medidas que reforçam a Lei Maria da Penha com respostas mais rápidas e maior proteção às mulheres em situação de violência;

- e novas ações voltadas ao combate da violência digital contra mulheres.

O combate ao feminicídio passa pela garantia de proteção, justiça e do direito das mulheres viverem sem violência.

Aos 100 dias do Pacto Nacional “Todos por Todas”, o Brasil avança no fortalecimento da proteção às mulheres com novas medidas de combate à violência de gênero.

Além das ações já implementadas como redução no tempo das medidas protetivas, ampliação da rede de atendimento e mais de 6 mil prisões de agressores, o governo federal sancionou novas leis que reforçam a proteção das mulheres e o enfrentamento ao feminicídio.

Entre elas estão:

- a Lei Barbara Penna, que endurece medidas contra agressores e fortalece a proteção às vítimas;

- a criação do Cadastro Nacional de Agressores;

- medidas que reforçam a Lei Maria da Penha com respostas mais rápidas e maior proteção às mulheres em situação de violência;

- e novas ações voltadas ao combate da violência digital contra mulheres.

O combate ao feminicídio passa pela garantia de proteção, justiça e do direito das mulheres viverem sem violência.
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Maio 20

Open post by pvmulher with ID 17884557240558246
Quando faltam políticas públicas efetivas, a sobrecarga quase sempre recai sobre as mulheres.

No caso das mães atípicas, essa realidade atravessa o cuidado diário, a busca por tratamento, acessibilidade, acompanhamento médico e direitos básicos que ainda não chegam para muitas famílias.

Este é um trecho da fala de Ivony Costa no episódio “Maternidade e Política” do podcast Vamos Mulherando. Ela reflete sobre como a ausência do poder público impacta diretamente a vida de pessoas com deficiência, doenças crônicas e de quem assume o cuidado diariamente.

Acompanhe o episódio completo através do nosso canal oficial no YouTube. 💚

Quando faltam políticas públicas efetivas, a sobrecarga quase sempre recai sobre as mulheres.

No caso das mães atípicas, essa realidade atravessa o cuidado diário, a busca por tratamento, acessibilidade, acompanhamento médico e direitos básicos que ainda não chegam para muitas famílias.

Este é um trecho da fala de Ivony Costa no episódio “Maternidade e Política” do podcast Vamos Mulherando. Ela reflete sobre como a ausência do poder público impacta diretamente a vida de pessoas com deficiência, doenças crônicas e de quem assume o cuidado diariamente.

Acompanhe o episódio completo através do nosso canal oficial no YouTube. 💚
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Maio 19

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Durante muito tempo, crimes cometidos contra mulheres foram tratados como “crimes passionais”, como se ciúme, posse ou rejeição fossem justificativas para a violência.

Mas a legislação brasileira reconhece outra realidade: quando uma mulher é assassinada por razões relacionadas ao gênero, isso tem nome: Feminicídio.

Nomear corretamente também é enfrentar a violência.

Porque feminicídio não acontece por amor. Está relacionado ao controle, à desigualdade e à violência contra mulheres.

Informação responsável também é uma forma de conscientização e enfrentamento.

Durante muito tempo, crimes cometidos contra mulheres foram tratados como “crimes passionais”, como se ciúme, posse ou rejeição fossem justificativas para a violência.

Mas a legislação brasileira reconhece outra realidade: quando uma mulher é assassinada por razões relacionadas ao gênero, isso tem nome: Feminicídio.

Nomear corretamente também é enfrentar a violência.

Porque feminicídio não acontece por amor. Está relacionado ao controle, à desigualdade e à violência contra mulheres.

Informação responsável também é uma forma de conscientização e enfrentamento.
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Maio 18

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O combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes precisa ser uma responsabilidade coletiva.

Somente no primeiro trimestre de 2026, o Brasil registrou mais de 13 mil casos de estupro de vulnerável, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Uma média de 150 ocorrências por dia.

Por trás de cada número existe uma infância marcada pela violência, pelo silêncio e pela ausência de proteção.

Neste 18 de maio, reforçamos a importância da conscientização, da escuta, da denúncia e da construção de redes de proteção para crianças e adolescentes.

O silêncio protege agressores. A denúncia protege vidas.

📞 Disque 100

O combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes precisa ser uma responsabilidade coletiva.

Somente no primeiro trimestre de 2026, o Brasil registrou mais de 13 mil casos de estupro de vulnerável, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Uma média de 150 ocorrências por dia.

Por trás de cada número existe uma infância marcada pela violência, pelo silêncio e pela ausência de proteção.

Neste 18 de maio, reforçamos a importância da conscientização, da escuta, da denúncia e da construção de redes de proteção para crianças e adolescentes.

O silêncio protege agressores. A denúncia protege vidas.

📞 Disque 100
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Maio 18

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Hoje celebramos a vida de Vânia Almeida, membra do Diretório Nacional do Partido Verde pela Bahia 💚

Desejamos um novo ciclo de muitas conquistas, saúde, força e inspiração para seguir contribuindo com a construção de uma política mais justa, democrática e comprometida com as mulheres e com a transformação social.

Feliz aniversário!

Hoje celebramos a vida de Vânia Almeida, membra do Diretório Nacional do Partido Verde pela Bahia 💚

Desejamos um novo ciclo de muitas conquistas, saúde, força e inspiração para seguir contribuindo com a construção de uma política mais justa, democrática e comprometida com as mulheres e com a transformação social.

Feliz aniversário!
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Maio 18

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O desenvolvimento de uma vacina contra o HIV/Aids continua sendo um dos maiores desafios da ciência e uma esperança para milhões de pessoas em todo o mundo.

Neste 18 de maio, Dia de Conscientização sobre a Necessidade de Vacina contra o HIV/Aids, reforçamos a importância da pesquisa científica, do acesso à saúde pública, da prevenção e do combate à desinformação e ao preconceito.

Falar sobre HIV/Aids também é defender informação de qualidade, dignidade e políticas públicas que garantam cuidado e proteção à população.

Ciência, prevenção e acesso à saúde salvam vidas.

O desenvolvimento de uma vacina contra o HIV/Aids continua sendo um dos maiores desafios da ciência e uma esperança para milhões de pessoas em todo o mundo.

Neste 18 de maio, Dia de Conscientização sobre a Necessidade de Vacina contra o HIV/Aids, reforçamos a importância da pesquisa científica, do acesso à saúde pública, da prevenção e do combate à desinformação e ao preconceito.

Falar sobre HIV/Aids também é defender informação de qualidade, dignidade e políticas públicas que garantam cuidado e proteção à população.

Ciência, prevenção e acesso à saúde salvam vidas.
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Maio 17

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O combate à LGBTfobia também precisa olhar para a realidade das mulheres. 

Mulheres lésbicas, bissexuais e trans enfrentam violências marcadas pela discriminação, pelo machismo estrutural e pela exclusão social. Muitas convivem diariamente com agressões, silenciamento, vulnerabilidade econômica e violência institucional.

No Brasil, mulheres trans e travestis seguem entre as principais vítimas da violência contra a população LGBTQIA+. Já as mulheres lésbicas enfrentam, muitas vezes, violências dentro do próprio ambiente familiar e afetivo.

Falar sobre essa realidade é defender dignidade, segurança e direitos humanos.

No Dia Internacional contra Homofobia, Transfobia, Bifobia e Lesbofobia, reafirmamos a importância do respeito, da proteção e da construção de uma sociedade onde nenhuma pessoa precise viver com medo por ser quem é.

O combate à LGBTfobia também precisa olhar para a realidade das mulheres.

Mulheres lésbicas, bissexuais e trans enfrentam violências marcadas pela discriminação, pelo machismo estrutural e pela exclusão social. Muitas convivem diariamente com agressões, silenciamento, vulnerabilidade econômica e violência institucional.

No Brasil, mulheres trans e travestis seguem entre as principais vítimas da violência contra a população LGBTQIA+. Já as mulheres lésbicas enfrentam, muitas vezes, violências dentro do próprio ambiente familiar e afetivo.

Falar sobre essa realidade é defender dignidade, segurança e direitos humanos.

No Dia Internacional contra Homofobia, Transfobia, Bifobia e Lesbofobia, reafirmamos a importância do respeito, da proteção e da construção de uma sociedade onde nenhuma pessoa precise viver com medo por ser quem é.
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Maio 16

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Mais do que uma série, O Conto da Aia é um alerta sobre o que acontece quando direitos, liberdades e autonomia das mulheres são retirados.

A obra apresenta uma sociedade autoritária em que mulheres passam a existir apenas sob controle, silêncio e servidão, perdendo o direito sobre seus próprios corpos, escolhas e vidas.

Mesmo sendo uma ficção distópica, a série provoca reflexões importantes sobre democracia, violência de gênero, extremismo e os impactos da retirada de direitos.

Assistir também é refletir sobre a importância de proteger conquistas históricas das mulheres e seguir fortalecendo a luta por liberdade, igualdade e participação.

📺 Disponível em plataformas de streaming.

Mais do que uma série, O Conto da Aia é um alerta sobre o que acontece quando direitos, liberdades e autonomia das mulheres são retirados.

A obra apresenta uma sociedade autoritária em que mulheres passam a existir apenas sob controle, silêncio e servidão, perdendo o direito sobre seus próprios corpos, escolhas e vidas.

Mesmo sendo uma ficção distópica, a série provoca reflexões importantes sobre democracia, violência de gênero, extremismo e os impactos da retirada de direitos.

Assistir também é refletir sobre a importância de proteger conquistas históricas das mulheres e seguir fortalecendo a luta por liberdade, igualdade e participação.

📺 Disponível em plataformas de streaming.
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Maio 15

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A desinformação atrasa debates urgentes!

O feminicídio não é narrativa ou exagero: é uma violência real, marcada pelo gênero, que continua tirando a vida de milhares de mulheres no Brasil.

Quando informações sem contexto ou sem fonte são usadas para minimizar essa realidade, o debate público se afasta da construção de políticas que protejam mulheres e enfrentem a violência de forma séria.

A desinformação atrasa debates urgentes!

O feminicídio não é narrativa ou exagero: é uma violência real, marcada pelo gênero, que continua tirando a vida de milhares de mulheres no Brasil.

Quando informações sem contexto ou sem fonte são usadas para minimizar essa realidade, o debate público se afasta da construção de políticas que protejam mulheres e enfrentem a violência de forma séria.
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Maio 15

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Antes de tudo, política também é sobre transformar a vida das pessoas no dia a dia.

Hoje, apresentamos a quem não conhece, a vereadora Profª Kell Silva, de Divinópolis (MG), uma liderança comprometida com pautas voltadas ao cuidado, à proteção das mulheres, à maternidade e à justiça social. 

Entre seus projetos estão iniciativas de enfrentamento à violência de gênero, combate ao racismo obstétrico, incentivo à amamentação, apoio às mães atípicas e atenção à saúde mental de gestantes e puérperas. 

Esse espaço é dela, é nosso, é do PV Mulher. É a força de mulheres ocupando espaços para transformar realidades. 💚

Antes de tudo, política também é sobre transformar a vida das pessoas no dia a dia.

Hoje, apresentamos a quem não conhece, a vereadora Profª Kell Silva, de Divinópolis (MG), uma liderança comprometida com pautas voltadas ao cuidado, à proteção das mulheres, à maternidade e à justiça social.

Entre seus projetos estão iniciativas de enfrentamento à violência de gênero, combate ao racismo obstétrico, incentivo à amamentação, apoio às mães atípicas e atenção à saúde mental de gestantes e puérperas.

Esse espaço é dela, é nosso, é do PV Mulher. É a força de mulheres ocupando espaços para transformar realidades. 💚
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Maio 14

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Democracia também se constrói com transparência e responsabilidade.

No Glossário da Democracia de hoje, o termo “Accountability” representa o dever de governos, autoridades e instituições prestarem contas à sociedade sobre suas ações e decisões.

Mais do que um conceito político, accountability fortalece a fiscalização do poder público, amplia a transparência e reforça a participação cidadã na democracia.

Porque uma democracia forte também depende de controle social e compromisso público.

Democracia também se constrói com transparência e responsabilidade.

No Glossário da Democracia de hoje, o termo “Accountability” representa o dever de governos, autoridades e instituições prestarem contas à sociedade sobre suas ações e decisões.

Mais do que um conceito político, accountability fortalece a fiscalização do poder público, amplia a transparência e reforça a participação cidadã na democracia.

Porque uma democracia forte também depende de controle social e compromisso público.
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Maio 13

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O racismo também se manifesta na violência, na ausência de proteção e na desigualdade de oportunidades. 

Falar sobre o Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo é reconhecer que combater o racismo também significa proteger mulheres pretas, ampliar direitos e construir políticas públicas que enfrentem essa realidade de forma séria e permanente. 

Ligue 180 — Central de Atendimento à Mulher
Disque 100 — Direitos Humanos

📊 Fontes: Ministério da Justiça, Fiocruz, Ligue 180, Mapa da Violência 2015 e ISP-RJ.

O racismo também se manifesta na violência, na ausência de proteção e na desigualdade de oportunidades.

Falar sobre o Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo é reconhecer que combater o racismo também significa proteger mulheres pretas, ampliar direitos e construir políticas públicas que enfrentem essa realidade de forma séria e permanente.

Ligue 180 — Central de Atendimento à Mulher
Disque 100 — Direitos Humanos

📊 Fontes: Ministério da Justiça, Fiocruz, Ligue 180, Mapa da Violência 2015 e ISP-RJ.
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Maio 12

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Quando o medo interfere na forma de viver, circular e ocupar os espaços, ele também revela desigualdades.

Dados apontam que mulheres apresentam índices de medo maiores do que homens em todas as situações relacionadas à violência e insegurança. Para muitas delas, sair à noite, voltar sozinha para casa ou até caminhar pela própria vizinhança exige atenção constante e mudança de comportamento.

O medo deixa de ser apenas sensação. Ele passa a limitar a liberdade, a mobilidade e o direito das mulheres à cidade. 

Falar sobre segurança pública também é discutir gênero, proteção e o direito de viver sem violência.

Nenhuma mulher deveria precisar reorganizar sua vida em função do medo.

📊 Fonte: Datafolha / Fórum Brasileiro de Segurança Pública

Quando o medo interfere na forma de viver, circular e ocupar os espaços, ele também revela desigualdades.

Dados apontam que mulheres apresentam índices de medo maiores do que homens em todas as situações relacionadas à violência e insegurança. Para muitas delas, sair à noite, voltar sozinha para casa ou até caminhar pela própria vizinhança exige atenção constante e mudança de comportamento.

O medo deixa de ser apenas sensação. Ele passa a limitar a liberdade, a mobilidade e o direito das mulheres à cidade.

Falar sobre segurança pública também é discutir gênero, proteção e o direito de viver sem violência.

Nenhuma mulher deveria precisar reorganizar sua vida em função do medo.

📊 Fonte: Datafolha / Fórum Brasileiro de Segurança Pública
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Maio 11

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A desinformação também tenta silenciar o debate sobre misoginia. 

Após a aprovação do chamado PL da Misoginia no Senado, redes sociais passaram a espalhar informações falsas sobre a proposta. Entre elas, conteúdos afirmando que “homens poderiam ser presos por perguntar se uma mulher está de TPM”, que a lei proibiria opiniões religiosas ou até causaria “demissões em massa” de mulheres. 

Mas isso é falso.

O projeto busca combater práticas discriminatórias e condutas de ódio contra mulheres, especialmente em situações que provoquem constrangimento, humilhação, intimidação ou violência motivadas pelo gênero.

A proposta não criminaliza opiniões pessoais nem impede liberdade de expressão. 

O objetivo é enfrentar práticas misóginas que reforçam violência, discriminação e ataques contra mulheres.

Transformar o debate em medo e desinformação também é uma forma de enfraquecer avanços nos direitos das mulheres. 

Informação responsável também é compromisso com a democracia.

A desinformação também tenta silenciar o debate sobre misoginia.

Após a aprovação do chamado PL da Misoginia no Senado, redes sociais passaram a espalhar informações falsas sobre a proposta. Entre elas, conteúdos afirmando que “homens poderiam ser presos por perguntar se uma mulher está de TPM”, que a lei proibiria opiniões religiosas ou até causaria “demissões em massa” de mulheres.

Mas isso é falso.

O projeto busca combater práticas discriminatórias e condutas de ódio contra mulheres, especialmente em situações que provoquem constrangimento, humilhação, intimidação ou violência motivadas pelo gênero.

A proposta não criminaliza opiniões pessoais nem impede liberdade de expressão.

O objetivo é enfrentar práticas misóginas que reforçam violência, discriminação e ataques contra mulheres.

Transformar o debate em medo e desinformação também é uma forma de enfraquecer avanços nos direitos das mulheres.

Informação responsável também é compromisso com a democracia.
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Maio 10

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Neste dia das mães, a gente fala de cuidado. 

A gente fala das mães solo, que seguram tudo ao mesmo tempo. As que com apoio também assumem fielmente o papel de educar alguém. E  também daquelas que não geraram, mas escolheram ou precisaram cuidar como mães.

Avós, tias, irmãs, madrastas, responsáveis. Mulheres que transformam presença em base e cuidado com o futuro.

No Brasil, milhões delas fazem isso enfrentando desigualdades, jornadas exaustivas e falta de apoio. E ainda assim, seguem.

Ser mãe vai muito além de um título. É sobre responsabilidade, afeto e resistência.
Hoje, nosso reconhecimento é para todas que cuidam. Do jeito que podem, com o que têm, mas sempre fazendo a diferença.

Feliz Dia das Mães!

Neste dia das mães, a gente fala de cuidado.

A gente fala das mães solo, que seguram tudo ao mesmo tempo. As que com apoio também assumem fielmente o papel de educar alguém. E também daquelas que não geraram, mas escolheram ou precisaram cuidar como mães.

Avós, tias, irmãs, madrastas, responsáveis. Mulheres que transformam presença em base e cuidado com o futuro.

No Brasil, milhões delas fazem isso enfrentando desigualdades, jornadas exaustivas e falta de apoio. E ainda assim, seguem.

Ser mãe vai muito além de um título. É sobre responsabilidade, afeto e resistência.
Hoje, nosso reconhecimento é para todas que cuidam. Do jeito que podem, com o que têm, mas sempre fazendo a diferença.

Feliz Dia das Mães!
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Maio 9

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